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quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

Auroras Boreais - Ciência/Espetáculo


Marco Aurélio Brotto - Alasca,  Parque Nacional Denali.
Um dos mais incríveis espetáculos celestes é o das auroras. Testemunhar uma delas é um evento tão apaixonante que motiva algumas pessoas a saírem pelo mundo à caça dessas “pinturas” naturais. As luzes ondulantes que aparecem no céu são resultado da interação do vento solar - partículas emitidas pelo Sol em todas as direções do Sistema Solar - com o campo magnético terrestre.
Além de fazer com que as bússolas apontem para o norte, a chamada magnetosfera ajuda a defletir as partículas que circulam pelo espaço. Isso é importante porque nos protege de radiação perigosa, e trata-se de um sintoma de o planeta ter um núcleo externo pastoso, capaz de conduzir eletricidade. Enquanto o núcleo externo gira, ele produz um campo magnético, como um dínamo.
Os dois polos magnéticos mais ou menos coincidem com os polos geográficos da Terra (mas não exatamente) e atraem as partículas eletricamente carregadas do vento solar para lá. É justamente por conta desse fluxo de partículas na direção da atmosfera que são produzidas as auroras. Quando ocorrem no círculo ártico, são chamadas de auroras boreais. No círculo antártico, são as auroras austrais.
Quando o Sol está mais ativo, as auroras podem surgir em latitudes mais baixas. Se as partículas interagem com o oxigênio atmosférico, as auroras ganham uma cor esverdeada ou alaranjada, dependendo da quantidade de energia da radiação. Quando a interação se dá com o nitrogênio, as luzes têm tons azuis ou vermelhos.
A sequência de imagens são do mesmo autor da primeira foto. São espetáculos vivos, de um planeta vivo. Algo para apreciar sem moderação, contemplando uma imagem única, e da grandeza que nos remete a pensar, o quanto devemos respeitar o ambiente, e buscar na harmonia, viver em paz...



terça-feira, 30 de dezembro de 2014

05 - Os Veículos mais baratos, no mundo - Economia/Indústria

2 – Jiangnan TT (China) – R$ 7.598

O Jiangnan TT é um derivado chinês do Suzuki Alto, sendo vendido apenas por lá. O veículo conta com motor 0.8 e tem 36 cv de potência. Sua simplicidade não custa muito: basta desembolsar o equivalente a R$ 7.598 para sair dirigindo um desses pelo país.

1 – Tata Nano (Índia) – R$ 5.232

Criado para ser o carro mais barato do mundo, o Tata Nano tem conseguido manter a medalha de ouro em todos os rankings em que tem participado. O modelo é extremamente simples, mas custa o equivalente a R$ 5.232. Por esse valor, no Brasil você mal consegue comprar uma moto.
(lembrando que a base dos valores é de setembro de 2014)

segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

04 - Os Veículos mais baratos, no mundo - Economia/Indústria

4 – Gonow Way (China) – R$ 9.461

Outra van compacta de bastante sucesso no mercado chinês é a Gonow Way. O veículo produzido pela GAC custa apenas R$ 9.641, o que faz dele um verdadeiro campeão de vendas na Ásia.

3 – Maruti Alto 800 (Índia) – R$ 8.802

O Maruti Alto 800 é um derivado do Suzuki Alto 800, oitavo colocado da nossa lista. Também fabricado pela japonesa Suzuki, o carro está disponível nas lojas da Índia por cerca de R$ 8.802.

domingo, 28 de dezembro de 2014

03 - Os Veículos mais baratos, no mundo - Economia/Indústria

6 – Hyundai Eon (Índia) – R$ 10.529

O subcompacto Eon, da montadora sul-coreana Hyundai, é vendido para os consumidores da Índia por apenas R$ 10.529. O veículo conta com motor 0.8 de 56 cv e tem exatos 3,5 metros de comprimento – 40 centímetros a menos do que o Hyundai HB20, modelo que está entre os dez mais vendidos do Brasil na atualidade.

5 – Faw Jiabao (China) – R$ 9.826

A microvan Faw Jiabao está entre os cinco carros mais baratos do mundo. O modelo V52 é comercializado na China por R$ 9.826, valor improvável para um veículo no Brasil, infelizmente.

sábado, 27 de dezembro de 2014

02 - Os Veículos mais baratos, no mundo - Economia/Indústria

8 – Suzuki Alto 800 (Chile) – R$ 13.993

Pagando exatamente o mesmo preço do nono colocado você pode levar para casa o japonês Suzuki Alto 800. O modelo está disponível no Chile por R$ 13.993, valor que é pouco mais do que a metade do que você pagaria pelo carro mais barato disponível no Brasil.

7 – Chery IQ (Chile) – R$ 13.614

Não estranhe o visual do Chery IQ: ele é exatamente o mesmo carro vendido aqui no Brasil com o nome de Chery QQ. A Grande diferença é que no Chile você paga R$ 13.614 para tê-lo em sua garagem, enquanto no Brasil é preciso desembolsar R$ 23.990. Um detalhe: o Chery QQ é o carro mais barato do vendido em nosso país.

sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

01 - Os Veículos mais baratos, no mundo - Economia/Indústria

Comprar um carro no Brasil não está entre as aquisições mais baratas que você pode fazer. A alta carga tributária que incide sobre os nossos veículos faz com que um modelo considerado “popular” não chegue às lojas por menos de R$ 20 mil. Porém, em outras partes do mundo, essa é uma realidade bem diferente. (Valores com base em setembro de 2014)
A consultoria Jato Dynamics fez um levantamento em 12 países e listou os 10 modelos zero quilômetro mais baratos disponíveis para o consumidor. Infelizmente para os brasileiros nenhum modelo nacional está na lista. Por outro lado, há carros que custam pouco mais do que um smartphone top de linha.

10 – Daewoo Matiz (Rússia) – R$ 15.206

O modelo Matiz, fabricado pela sul-coreana Daewoo, é um dos carros mais vendidos no mercado russo. A versão mais simples mantém a carroceria da primeira geração e o visual do veículo lembra muito o do Cherry QQ, vendido no Brasil. O preço dele é equivalente a R$ 15.206.

9 – Byd F0 (Chile) – R$ 13.993

O Byd F0 é um carro de fabricação chinesa e é vendido para os consumidores chilenos. No país dos nossos vizinhos, é possível adquirir este subcompacto por R$ 13.993. O modelo conta com motor 1.0 de 67 cv.

quinta-feira, 25 de dezembro de 2014

Natal - Religiosidade

Feliz Natal - Assim dizem as pessoas nesta data. Uma mistura de desejo e saudação, onde se deseja felicidade aos demais. 
Falar sobre a data, para alguns triste, para outros presentes, e ainda em outros casos a esperança, pode parecer muito difícil, e o é. Então, antes, quero tentar remeter a origem da data. Neste dia, atribui-se a natividade de Jesus, personagem bíblico, profetizado e cultuado por uma grande parcela da população que professa o cristianismo. Para pessoas que tem como a origem da fé, outras origens, apenas uma pessoa a quem se atribuí, filho de DEUS, ao qual foram cultuados milagres.
Não vou discutir a origem, se houveram fatos, mas, sim a data em questão. O simbolismo indica a natividade. Convencionou-se dizer que se comemora o aniversário de Jesus, e muitos povos, o fazem, mas com o tempo, houve a transformação do objetivo da data.
Com a menção dos Reis Magos, que levariam presentes, para o filho de DEUS, algumas pessoas viram a oportunidade de gerar negócios. Gerou-se a febre dos presentes, uma data de grande significado para o comércio, mesmo em épocas de crises econômicas, mas sempre com presentes.
Além disso, mesas fartas, com produtos sofisticados, para o padrão de consumo, bebidas em grande quantidade, roupas novas, perfumes importados. Um rol grande, onde procuram se fartar, brindar, e trocar presentes. Mas ai vem uma pergunta: Ainda se lembram o que estão comemorando?
Sempre ouvi falar da "Magia de Natal". Me perguntava, o que seria isso, mas o tempo foi me ensinando seu real significado, ao menos em minha pessoal interpretação.
A Magia do Natal é poder estar reunido com as pessoas que amamos, e celebrar a natividade. Não apenas transformar numa festa de exibição, ou fartura, que deve também ocorrer, mas voltar também na sua origem, que significa para muitos, ao menos assim professam, a origem daquele que DEUS nos entregou em nossa forma, para nos orientar e ensinar.
Feliz Natal à todos!

quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

02 - Um erro no Natal... - Gastronomia


As "invencionices" brasileiras, como panetones de doce de leite, que fogem do tradicional, também podem ser encontrados na Itália. "Nos últimos tempos, os confeiteiros começaram a oferecer panetones com ingredientes diferentes, como pistache, fruta fresca, limoncello (espécie de licor de limão), chocolate, cerveja ou vinho doce", disse à ANSA o especialista Davide Polini. Nos últimos anos, também foram introduzidos no mercado italiano os panetones salgados. É possível encontrar versões com alcaçuz e açafrão, tartufo, gorgonzola e até mesmo o "panetone pizza". Lançado em Nápoles, leva ricota doce, flocos de frutas e de chocolate cristalizados colocados sobre a massa tradicional de pizza. O bolo milanês inspirou até mesmo o "Cocktail Panettone", bebida para os brindes de fim de ano.
No Brasil, já se pode encontrar há algum tempo panetones artesanais. Algumas padarias, por exemplo, tiram de seus próprios fornos sua produção dos bolos natalinos. Na Itália, apesar de serem um pouco mais difundidos e apreciados, são os industriais que ganham na preferência dos consumidores. "Em 2008, foram vendidos na Itália 100 milhões de panetones, mas somente 20% eram artesanais", explica o confeiteiro Iginio Massari, da Pasticceria Veneto, em Bréscia, no norte da Itália. Por outro lado, o confeiteiro Maurizio Busi acredita que a matéria-prima dos panetones artesanais é melhor. "O frescor, a riqueza dos ingredientes, a personalização e a busca pelos melhores ingredientes, além das habilidades do confeiteiro, fazem toda a diferença", acredita.
O panetone é tão amado na Itália que foi criado o projeto "Panettone tuttol'anno" ("Panetone o ano todo"). Idealizado pelo "gastronauta" Davide Polini, propõe que o panetone seja vendido constantemente. "Por que só no Natal? O panetone pode ser consumido em todas as estações. Acho um absurdo que se deva comê-lo somente nesta época do ano", disse. Polini já comeu panetone inclusive no verão, "na praia, embaixo de um guarda-sol, acompanhado de sorvete".

terça-feira, 23 de dezembro de 2014

01 - Um erro no Natal... - Gastronomia


Natal não é Natal sem panetone. Seja na versão tradicional com frutas cristalizadas ou com gotas de chocolate, com cobertura ou com recheios diferentes, ele faz parte do dia a dia das famílias durante o fim do ano. A confecção do panetone clássico na Itália é tão levada a sério que em 2005 passaram a ser especificados por lei os ingredientes e os percentuais mínimos que devem ser utilizados para que o bolo possa ser classificado como panetone.
Em entrevista à ANSA, a Bauli, umas das mais tradicionais empresas no ramo de panetones na Itália, explicou que o decreto determina que sejam utilizados "farinha, sal, açúcar, ovos, nata e frutas cristalizadas, cuja quantidade não pode ser inferior a 20%". Além do panetone, o pandoro também disputa a preferência no paladar italiano durante o Natal. Essa variação, criada em Verona, é similar ao panetone, mas não leva frutas.
De tão tradicional no Brasil, o panetone parece ter sido inventado aqui mesmo. Mas não foi. O pão amplamente consumido no Natal foi criado em Milão, na Itália, graças ao "erro" de um padeiro. A lenda em torno de sua criação remonta ao ano de 900 e diz que o humilde assistente de padeiro Toni, após ter trabalhado horas a fio na véspera de Natal, precisava ainda assar mais uma fornada de pães e preparar uma torta para seu chefe. De tão exausto que estava, confundiu-se e colocou as uvas passas da torta na massa de pão. Desesperado, tentou salvar a situação jogando frutas cristalizadas, manteiga, ovos e os demais ingredientes do recheio que seriam usados originalmente na torta.
Toni assou a mistura e entregou para o patrão. O que o assistente não esperava era que sua criação fizesse sucesso durante a ceia de Natal de seu chefe, que, além de elogiá-lo, decidiu homenageá-lo e dar o nome à massa de "pane di Toni" ("Pão do Toni", na tradução do italiano). Com o passar do tempo, o bolo começou a ser chamado de panetone. Como toda boa lenda, a origem do panetone possui várias versões, mas todas elas têm Toni como denominador comum. A chegada dos imigrantes italianos no Brasil após a Segunda Guerra Mundial trouxe o panetone para o país. A Bauducco diz que o fundador na empresa, o italiano Carlo Bauducco, começou a vender o produto aqui a partir de 1948.

segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

04 - 52% de impostos e todos querem morar lá... - Sociedade


De todas as qualidades da Holanda, uma das mais elogiadas é o equilíbrio entre o trabalho e a vida familiar. É comum que os profissionais, especialmente aqueles que têm famílias, trabalhem apenas quatro dias por semana. "Os holandeses esperam que seus funcionários tenham vida além do trabalho, mesmo durante a semana", disse Quick.
Amsterdã tem todas as vantagens de um capital cultural, incluindo museus e salas de concerto, restaurantes mundialmente famosos e vários parques exuberantes. Além disso, segue sendo suficientemente pequena para que muitos a considerem um espécie de cidade do interior.
"É o único lugar na Europa onde eu quero viver", disse Austen, enquanto tomava um café com leite em um dos muitos cafés na cidade. "É genial."
Enfim, viver com qualidade significa ter à disposição bons serviços e estrutura. Isso custa, mas quando se observa o retorno dos impostos pagos, entendo que trata-se de um dinheiro bem investido, não apenas um gasto sem retorno...

domingo, 21 de dezembro de 2014

03 - 52% de impostos e todos querem morar lá... - Sociedade


Os impostos podem ser esmagadores, mas a moradia é relativamente acessível. "Todas as cidades de tamanho similar na Europa, Frankfurt, Madrid, Copenhagem e Estocolmo, são mais caras do que Amsterdã hoje", disse agente imobiliário irá Tale van Zandwijk, da Wedema Jansen Van Veen VOF.
Um apartamento de dois quartos em um dos bairros mais concorridos no centro da cidade pode custar entre 2.000 e 2.500 euros (entre cerca de R$ 6.000 e R$ 7.6000) por mês. Fora do centro, você deve pagar 1.300 a 1.500 euros (entre cerca de R$ 4.000 e R$ 4.600) para um apartamento de dois quartos. Normalmente, um depósito equivalente a dois meses de aluguel é solicitado. Os sites webfunda.nl e pararius.nl são bons locais para começar a procurar onde morar - e ambos possuem anúncios em inglês.
As escolas particulares são caras. A Escola Britânica de Amsterdã, localizada em Amsterdã Sul, custa € 15.156 (cerca de R$ 46.000) por ano. Existem opções mais baratas de educação, incluindo as escolas privadas subsidiadas e os colégios públicos holandeses, conhecidos por oferecer uma educação de qualidade.

sábado, 20 de dezembro de 2014

02 - 52% de impostos e todos querem morar lá... - Sociedade


A melhor maneira de começar a procurar por um emprego é usando sua própria rede de contatos, a internet ou o sistema de buscas de executivos, afirma Laura Quick, gerente do site Recrutamento Multilíngue de Adams, de Amsterdã. Com 2.500 empresas estrangeiras, 27 escritórios de empresas globais e 269 sedes de empresas europeias, há várias oportunidades, especialmente na tecnologia de petróleo e gás (pense na Shell),moda, varejo, publicidade e informação.
Há muita demanda de candidatos qualificados "que não falam holandês, para empresas internacionais. 'Nós sentimos a crise (econômica de 2008). A atividade desacelerou, mas não houve um colapso. Mas agora está voltando a melhorar e há um nível razoável de atividade."
A primeira parada para quem quer começar a sua aventura é procurar o Expatcenter de Amsterdã, um serviço de apoio do governo, cujo único objetivo é ajudar os imigrantes altamente qualificados a se estabelecerem em Amesterdã e arredores nas burocracias do país: obter autorização de residência, fazer o cadastro na prefeitura e conseguir um número BSN (de seguridade social).
"Os imigrantes de fora da União Europeia que são muito qualificados precisam conseguir um emprego antes de vir e a duração da estadia será equivalente à do contrato de trabalho", disse Sietske van Tuin, gerente de operações da Expatcenter de Amsterdã. Freelancers, especialmente de países não pertencentes à União Europeia, enfrentam um desafio maior para obter uma autorização de residência e devem provar que geram renda suficiente para se manter no país.
"Os salários holandeses são competitivos em comparação com outros países europeus, disse Quick. Além disso, os expatriados podem se beneficiar da regra especial de tributação que isenta do imposto sobre 30% do seu salário. No entanto, eles devem ter um emprego e estarem em uma categoria de imigrantes altamente qualificados, o que exige um salário bruto mensal mínimo de cerca de 4371 € (cerca de R$ 13.280).
Isso ajuda a compensar o fato de que a Holanda tem uma das mais altas taxas de impostos na Europa. A taxa média é de 42% para aqueles que ganham entre € 33.000 e 54.000 (cerca de R$ 100 mil e 164 mil). A taxa máxima é de 52% para aqueles que ganham 54.000 euros ou mais.
Normalmente não é preciso falar holandês para conseguir um emprego ou iniciar um negócio. A Holanda possui uma das mais altas taxas de proficiência em língua inglesa na Europa. Fraser Robertson, um australiano de 31 anos que irá abrir uma loja na cidade, vive há 10 anos em Amsterdã e ainda não fala o idioma. "Ter um sócio holandês ajuda, especialmente com os impostos, porque você não pode falar com as autoridades em outro idioma que não seja o holandês".
Apesar de se mudar para um país onde quase todo mundo fala inglês trazer vantagens claras, isto também pode ser um obstáculo à integração. "Para alguém que já fala inglês é difícil aprender holandês, porque todos eles falam inglês e isso é muito confortável, mas eu não gosto de me sentir tão isolado", disse Ericson, referindo-se a seus primeiros anos lá.
Um estudo de 2012 sobre a vida de expatriados financiados pelo Expatcenter de Amsterdã descobriu que uma das principais reclamações é a falta de integração: mais da metade dos entrevistados disseram que não se sentem parte da comunidade local.

sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

01 - 52% de impostos e todos querem morar lá... - Sociedade


A integração com os moradores da cidade não é tão simples "Imagine pagar 52% em impostos e ainda amar o lugar onde vive. Será que isso é possível?
Basta conversar com e estrangeiros que vivem em Amsterdã para descobrir a resposta. "Eu estou na faixa dos que pagam 52% e eu não me importo porque os serviços são muito bons", disse a designer americana Rachel Ericson, que agora chama a cidade holandesa de casa. "Eu moro em uma cidade bonita, meu filho vai para uma boa escola, o seguro de saúde é muito mais barato do que os Estados Unidos."
Eles foram atraídos pelos milhares de postos de trabalho disponíveis nos setores de tecnologia e petróleo, dentre outros. E acabaram ficando pelas inúmeras vantagens da cidade, apesar de Amsterdã ter uma das mais altas taxas de impostos na Europa. "Eu sei que se algo acontecer comigo amanhã, há um sistema capaz de cuidar de mim e da minha família, por isso não estou preocupado", disse Ericson, que trabalha para a consultoria de mídia holandesa & Company Van Gaal.
A Holanda está regularmente no ranking dos 10 países mais felizes do mundo, de acordo com estudos realizados pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico. E essas vantagens parecem estar também disponíveis para os estrangeiros que vêm para o país para trabalhar.
Uma pesquisa recente do banco HSBC descobriu que a Holanda é o sexto melhor lugar do mundo para expatriados, citando como motivos o período de permanência dos entrevistados e a capacidade de gerar renda e poupança.

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

02 - "Jet Lag" - como amenizar os efeitos - Turismo/Saude

Procure dormir e se alimentar nos novos horários para evitar os efeitos do jet lag. Se a viagem for de curta duração, de menos de cinco dias, o melhor é tentar manter, no destino, os horários de dormir e comer os mais próximos possíveis do seu dia a dia, para não estranhar na volta. No caso de viagens mais longas, o ideal é tentar se habituar ao horário do destino nos dias anteriores ao do embarque. “Se você for para um lugar de horário adiantado, se possível, tente dormir mais cedo para se aproximar ao horário do local em que vai checar”, diz Johanson.
Durante o próprio voo é possível começar a adaptação, o que pode significar não aceitar a comida servida no avião. Caso a fome não permita a recusa, opte por alimentos leves e evite o álcool para que não haja distúrbios nos padrões de sono. Para conseguir dormir no período desejado, pode-se fazer uso de calmantes e sedativos, sob prescrição médica. Os medicamentos, no entanto, não são recomendados no avião, especialmente em viagens longas, pois a falta de movimentação por muito tempo pode favorecer o aparecimento de trombose venosa.
Outra dica para amenizar os sintomas é, assim que chegar, se expor ao ar livre e fazer um exercício leve, como uma caminhada. “Nosso organismo se adapta conforme a quantidade de luz do ambiente. Se falta luz, o corpo entende que está se aproximando da hora de dormir, se tem muita luz, é o contrário”, explica o infectologista. Para o corpo ter mais tempo para se adaptar a luz, vale a pena também marcar o desembarque para o período da manhã.
Afinal, viajar é ótimo, principalmente quando se pode apreciar o local a ser visitado. Mesmo em viagens profissionais, existem os horários livres, então tem se habituar ao local, e adeque de forma equilibrada, seu relógio biológico. E boa viagem...

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

01 - "Jet Lag" - como amenizar os efeitos - Turismo/Saude

Para se restabelecer da mudança de fuso horário, é necessário um dia para cada diferença de hora. Em uma viagem de longa distância para o exterior, além de passar horas em um espaço apertado dentro do avião, o corpo ainda sofre com a fadiga causada pela repentina mudança de fuso horário, o chamado jet lag. Este desconforto sentido é causado porque nosso relógio biológico fica desorientado quando alteramos o horário de comer e o de dormir a que estamos acostumados e a sequência habitual do dia e da noite.
Os sintomas mais comuns do jet lag são cansaço, sonolência ou insônia, irritabilidade, náusea, dor de cabeça e mal-estar. A intensidade dos efeitos sentidos, no entanto, varia de pessoa para pessoa, como explica Gustavo Johanson, infectologista especializado em Medicina do Viajante e médico do hospital Israelita Albert Einstein. “Para algumas pessoas, a diferença de fuso horário de duas ou três horas é suficiente para sentir a fadiga da viagem, outras precisam de uma mudança de mais de seis horas. Em geral, acima de três horas o jet lag já é sentido”.
Segundo o médico, os efeitos são piores quando se viaja de Oeste para Leste. Isto é, do Brasil para países da África, Europa e Ásia. Com efeitos menores na viagem de volta para casa. Acostumar-se ao novo horário leva tempo. A cada hora de diferença, o organismo precisa de cerca de um dia para se adaptar. Portanto, quem viaja a Londres pode levar quatro dias para se habituar às quatro horas de diferença de horário.

terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Biscoitos da Peppa Pig? - Sociedade


Alguns biscoitos da personagem infantil “Peppa Pig” têm causado certa polêmica pelas redes sociais depois que um trainee de Londres tirou uma foto da vitrine de uma padaria em Yorkshire, durante umas férias, e a compartilhou no Facebook. “Eu encontrei estes biscoitos da ‘Peppa Pig’ em uma padaria… Eles fizeram eu me sentir desconfortável”, escreveu George Hughes, 21 anos, na legenda.
A imagem, que se tornou viral nas redes sociais, recebeu centenas de comentários como: “US$ 50 de que eles foram recriados depois de uma festa de despedida de solteiro ter sido cancelada de última hora”. Se a forma assemelhando a um pênis foi intencional ou não é difícil saber, mas a mera sugestão já deu muito o que falar.
Mais uma personagem do universo infantil sendo acuada e acusada, por moralistas ferrenhos. Brincadeiras à parte, eu não comeria um biscoito desse jamais, e se foi ou não destinação de um lote recusado, um dia, quem sabe, alguém poderá elucidar...

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Como escolher a pós-graduação? - Educação


Mestrado, doutorado, MBA, especializações. Opções não faltam para quem está pensando em fazer uma pós-graduação. Mas como saber qual opção é a mais indicada para a sua carreira?
Segundo Rafael Souto, presidente da consultoria Produtive, é difícil se orientar com tantas opções de cursos e qualificações disponíveis no mercado. "Existe um alto risco de você perder tempo ou se afastar da sua área de atuação".
Um ponto a ser considerado é que o mercado de trabalho tem valorizado profissionais com "perfil em T", de acordo com Souto. Ter uma base "horizontal" de conhecimentos sobre todas as áreas de um negócio, mas também contar com uma única competência "vertical" ou especializada, é a fórmula mais desejada pelos empregadores.
Dentro dessa lógica, a pós-graduação ideal é justamente aquela que complementa a visão generalista do profissional com conhecimentos técnicos, ou vice-e-versa. "Imagine o caso de uma pessoa formada em um curso generalista como administração e que deseja atuar no mercado financeiro", diz Souto. O conselho dele seria reforçar a sua formação técnica com uma pós-graduação específica que se aprofunde em finanças - e não um curso voltado a gestão de forma ampla.
A mesma ideia de complementaridade vale para um exemplo inverso. "Se você é graduado em economia e quer trabalhar com finanças, aí vale uma curso mais generalista, que dê uma visão geral sobre negócios", explica Souto.
Acertar na escolha da pós-graduação também depende da clareza dos seus objetivos profissionais. "Se você quer trabalhar no meio acadêmico, mestrado e doutorado são as opções mais indicadas; se a sua ideia é ir para o mercado, então um MBA ou especialização fazem mais sentido", afirma o especialista.
É claro que não existem regras absolutas, pondera Souto. Uma pesquisa recente da Produtive identificou que as pós-graduações "stricto sensu", como mestrado e doutorado, são mais raras entre os executivos e rendem salários mais altos. "Alguém que deseja atuar em uma empresa, e não na sala de aula, também pode optar por um mestrado, principalmente se o seu objeto de pesquisa tiver a ver com o seu dia a dia no trabalho".
Outro ponto a ser avaliado é o momento adequado para cada etapa da sua formação. "É um tema polêmico, mas não aconselho ninguém a fazer um MBA ou um mestrado logo depois de se formar", diz o especialista. O profissional deve começar com uma especialização antes de partir para programas mais aprofundados. "Você precisa dar tempo ao tempo, para conseguir aplicar o que está aprendendo na pós, e também para checar o seu próprio interesse pela área".
Fonte: Portal Exame

domingo, 14 de dezembro de 2014

03 - O peso das FARC - Internacional

Eveida García, de 31 anos, escapou do grupo paramilitar Autodefesas da Colômbia (AUC) em 2004, após trabalhar ao lado do marido, segurança dos líderes do movimento em Santa Rosa do Sul, município de 30 mil habitantes no Departamento de Bolívar, na fronteira com a Venezuela.
Ela não andava fardada, não vivia em acampamento, nem se encaixava aos outros estereótipos ligados aos grupos armados colombianos. Sabia aprontar uma arma e disparar, mas se dedicava a preparar a comida dos chefes e acompanhar o marido em algumas missões. A mais comum era controlar, nas entradas e saídas da cidade, dinheiro de caminhoneiros que transportavam gasolina contrabandeada da Venezuela.
“Se não pagassem, era preciso consultar o comando e perguntar o que fazer com a pessoa. Sempre havia que esperar ordens. Eles decidiam. Se tiravam a mercadoria e o liberavam sozinho. Ou se o matavam”, lembra.
Eveida teve dois anos de vida confortável em Santa Rosa, até que o marido usou uma moto do grupo sem autorização e foi punido com um período “no monte” (modo como se referem ao trabalho nas montanhas). Decidiram desertar, aproveitando um acordo feito pelo governo de Álvaro Uribe (2002-2010) com o grupo.
Ambos vagaram por várias cidades na tentativa de despistar possíveis perseguidores. Os integrantes das AUC que não aceitaram a desmobilização criaram ou aderiram a grupos criminosos. O mais temido é o Las Águilas. “Em geral, foram aqueles que estavam ligados diretamente ao lucro do narcotráfico, a quem não convinha deixar tudo por uma bolsa de até 480 mil pesos (R$ 550 por mês) do governo”, afirma o coordenador do programa de desmobilização em Cúcuta, Tyrone Rodríguez.
Embora soubesse montar e disparar um fuzil, Eveida nunca puxou o gatilho. Ainda assim, adotou a discrição após abandonar o grupo, por saber quem eram os chefes, como chegavam armas e gasolina da Venezuela e como era processada a cocaína nas plantações que tinham sob domínio e financiavam o movimento.
“No meu bairro, ninguém sabe que pertenço ao processo. Muitos perguntam ‘como você consegue se manter sozinha, com as quatro crianças?’ Digo que recebo uma pensão pela morte de meu marido. Não é algo de que eu tenha de me orgulhar. Além disso, já não faço questão de ter amigos.”.

sábado, 13 de dezembro de 2014

02 - O peso das FARC - Internacional

Vegas desertou do Exército de Libertação Nacional (ELN - Trata-se da segunda maior guerrilha da Colômbia obriga a agricultores cobrar propina) graças a uma dor de barriga, seis meses após seu recrutamento forçado, em 2008. Ele e 11 guerrilheiros tinham a missão de eliminar um pecuarista que havia atrasado o pagamento da “vacuna”, nome da taxa cobrada dos campesinos por “proteção”. Quando saiu do mato, aliviado da crise intestinal, os companheiros estavam 10 minutos adiante. Colocou o AK-47 nas costas e disse “é agora que saio daqui”.
Quem narra é Marcelino “Vegas” Suárez, de 42 anos. O nome de guerra foi apagado. Não há um Vegas na escola Toledo Plata, no bairro de mesmo nome, periferia mais miserável da pobre Cúcuta, fronteira com a Venezuela. Marcelino “do mototáxi”, o piadista capaz de arrancar gargalhadas de mais de 50 colegas em uma apresentação do Dia das Mães, com poemas e cantigas, todos conhecem.

O ELN recrutou Vegas depois de rumores de que um militar fingia ser agricultor na região. “Estava arrancando batata quando chegaram quatro pistoleiros. Expliquei que tinha ido ao Exército e saído, que só estava trabalhando. Acharam que eu era um informante”, sustenta. Levado até Walter Sandoval Jeréz, líder do ELN conhecido como “El Canoso” (O Grisalho), iniciou três meses de treino. Virou membro integral. Sua tarefa era extorquir agricultores.
Vegas caminhou quatro dias e quatro noites na fuga. Encontrou um caminhoneiro que transportava gasolina e o obrigou a levá-lo até a base militar mais próxima. Entregou arma e uniforme.
O combustível contrabandeado da Venezuela é essencial para o ELN, segunda guerrilha da Colômbia, com 3 mil integrantes. Primeiro, para processar a cocaína, sua maior fonte de renda. Mas também pelo que pagam os caminhoneiros para percorrer estradas de terra nas quais o Estado já não se mete.
O controle sobre a rota da gasolina dá à guerrilha lucro proporcional ao dos contrabandistas - o litro na Venezuela custa R$ 0,03 e na Colômbia, R$ 1,74. Também dá tranquilidade. “Após um combate duro, em que o Exército ataca por ar e por terra, basta ir para a Venezuela. Lá tem refúgio, comida, uniformes e armas. Tem tudo”, afirma. Na escola Toledo Plata, o único que conhece Vegas e parte de sua história é o diretor. “Os colegas não entenderiam. Acho que nem acreditariam”, diz Marcelino.

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

01 - O peso das FARC - Internacional

Guerrilheiros que largaram as armas enfrentam vários obstáculos, viram reféns dos próprios segredos e lutam contra a discriminação. O que trago são três relatos, de pessoas que escaparam, ou desistiram, da "causa"... (Material de Rodrigo Cavalheiro para O Estado de São Paulo)

Yineth Trujillo fugiu das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) em 2004, aos 17 anos. Ao pisar em uma cidade, levou o primeiro de uma série de sustos e traumas que marcariam sua adaptação ao restante do mundo. “Quase desmaiei ao ver uma TV. Foi como esbarrar em um extraterrestre.”
Yineth foi criada até os 12 anos num conjunto de 20 casas de madeira e chão batido, sem luz, estrada ou telefone, no Departamento de Caquetá, nas montanhas do centro do país. Deixou os pais quando a guerrilha prometeu treinar as crianças do vilarejo por três meses. Nos cinco anos em que serviu às Farc, esteve em dois combates grandes, nos quais perdeu cinco companheiros. Trocas de tiros eram frequentes, mas sua rotina era basicamente plantar coca, vigiar reféns, cozinhar e montar acampamentos. Segundo ela, a guerrilha já sabe se os sequestrados serão mortos ou devolvidos na hora da captura. Quanto à venda da pasta de coca para financiar a luta, não há dilema moral. “O discurso é: quem cheira e morre são os gringos, não os colombianos”, afirma.
Segundo Yineth, não há distinção de gênero ou idade na distribuição de tarefas. As crianças são adestradas para que qualquer crença em Deus ou saudade da família desapareçam. O treinamento, diz ela, masculiniza física e mentalmente os recrutas. “Você vira um homem mais. Chegar na cidade e colocar salto, brinco, uma saia curta e poder escolher cores é algo novo. Quando fugi, não sabia nem quais cores combinavam”.
Ser uma mulher na selva fez diferença quando os companheiros passaram a assediá-la. “Se um homem gosta de uma menina, diz ao comandante ‘camarada, quero passar a noite com ela’. Você pode dizer ‘não quero’. Mas aí o consentimento passa a ser uma ordem. E ocorre algo irônico: se 10 quiserem passar a noite com você, não se pode dizer não ao comandante. No fim do ano, você está numa lista como ‘a prostituta’.”
Em sua tentativa de dizer não, não surtiu efeito algum, foi estuprada “várias vezes”. Decidiu então “associar-se” - o equivalente na guerrilha ao casamento. “O chefe chega e diz ‘pronto, vocês agora são sócios’”, lembra. Mesmo sócia, uma mulher pode ser requisitada por um líder. Por isso, ela se uniu logo a um dos comandantes. “Nem simpatizava com ele. Não tinha sangue nas veias, tinha revolução. Mas era a forma de não ser mais estuprada”, afirma. “Ele dizia que gostava de mim, mas que se eu fugisse me mataria de maneira dolorosa.” .
Quando escapou, Yineth não via traço do igualitarismo que defendeu nos primeiros anos de doutrinação. “O comandante, quando ficava doente, era levado para hospitais e até para o exterior. Soldados e reféns morriam sem remédio”, diz. “Pensava: se ele faz isso aqui, imagina se governar toda a Colômbia?”
Minutos depois de escapar das Farc e “descobrir” a TV, Yineth foi golpeada por policiais. Perdeu o filho que nem sabia que tinha e, nos dias seguintes, teve seis parentes mortos e a mãe sequestrada pela guerrilha, em retaliação. Mudou-se para Bogotá. Nos últimos 10 anos, terminou o ensino médio graças um programa de reintegração de desertores do Estado, cujo principal obstáculo é a discriminação. Yineth interrompeu um curso técnico em contabilidade porque um dos professores recusou-se a graduá-la. “Sofri uma estigmatização tão grande que desenvolvi pânico.” A ex-guerrilheira tem duas filhas, de 5 e 9 anos. A mais velha sabe que ela pertenceu a um grupo armado. “Espero que não me julguem. Não falo a ninguém o que aconteceu comigo para protegê-las”.

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

Um parto de conta... - Saúde/Economia/Sociedade

Grávida de 7 meses, a canadense Jennifer Huculak-Kimmel estava passando férias no Havaí (EUA), em novembro de 2013. Só que a bolsa estourou no segundo dia em solo havaiano, fazendo com que médicos realizassem um parto prematuro. O bebê ficou hospitalizado por dois meses. A família havia tentado uma transferência da pequena Reece para o Canadá, mas a iniciativa não obteve apoio dos médicos e de uma empresa que transporta pacientes por via aérea, segundo reportagem do “Daily Mirror”. Resultado: Jennifer está praticamente com falência decretada. A conta do hospital ficou em nada menos que R$ 2,4 milhões!
O plano de saúde da família – o Blue Cross – está se recusando a pagar a conta. A empresa alegou que uma “condição pré-existente” a liberar de arcar com as despesas. A companhia afirmou, ainda, que a cobertura dada a Jennifer não se estende ao bebê.
Jennifer disse ter falado com o seu médico particular e com a Blue Cross e garante ter recebido aval para viajar. “A Blue Cross disse que, por eu ter tido infecção urinária e hemorragia no quarto mês, ela não cobriria a minha gravidez. Pensamos ter feito tudo certo e achamos estar cobertos e seguros para viajar”. Após longa negociação infrutífera, o casal, morador de Saskatchewan (Canadá), deve apelar à Justiça.

Em pensar que reclamamos dos planos de saúde aqui por estas terras. Problemas existem em todos os locais, e, até onde tenho conhecimento, o sistema de saúde Americano possui eficácia, mas se protege juridicamente muito bem. Mas fico imaginando o tipo de tratamento que deva ter sido contemplado para gerar essa conta toda...

quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

03 - As desculpas a evitar - Trabalho/Economia/Finanças

4) Não tenho renda para investir
Existem investimentos que podem ser feitos com valores pequenos. Ainda que a rentabilidade não seja relevante diante do baixo valor aplicado, Samy Dana diz que o importante é que a medida sirva como um estímulo ao hábito de investir. "Investimento está muito relacionado à experiência."
Fábio Gallo, professor de finanças da PUC-SP, acredita que o investimento deve ser incluído no orçamento, tal como a obrigação de pagar uma conta. "É como uma mensalidade da academia de ginástica. Você se matriculou pensando em melhorar a forma física. O retorno do investimento também exige sacrifício".

5) Tenho uma poupança. É suficiente
A educadora financeira Eliana Bussinger lembra que o mercado de investimento é sofisticado. "Há o produto certo para cada meta. Um deles pode não servir para uma, mas outro irá servir".
O ideal é diversificar e dividir os recursos por prazo e objetivo financeiro.

terça-feira, 9 de dezembro de 2014

02 - As desculpas a evitar - Trabalho/Economia/Finanças

2) Crédito faz parte da renda
É um equívoco imaginar que o limite de crédito no banco poderá complementar a renda no futuro. É preferível se organizar para guardar dinheiro suficiente.
Caso não seja possível pagar todas as contas sem utilizar o crédito, o empréstimo deve ser contraído apenas em situações emergenciais.
Quando o crédito for a única saída, o consumidor deve preferir ainda a modalidade mais barata para não piorar sua situação.
Nesses casos, o consumidor pode ter de falar com seu gerente no banco. "Isso pode tornar o processo de contratação mais longo. Mas o valor economizado é relevante", diz Vera Rita de Mello Ferreira.

3) Eu mereço gastar
É fácil justificar o consumo supérfluo após um árduo dia de trabalho.
Mas Fábio Gallo, professor finanças da Pontifícia Universidade Católica (PUC) de São Paulo, lembra que é sempre necessário verificar se o gasto cabe no orçamento mensal. "Não existe mágica".

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

01 - As desculpas a evitar - Trabalho/Economia/Finanças


O objetivo de ganhar ou deixar de perder dinheiro pode ser comparado ao de realizar uma dieta: para concluí-lo, é necessário enfrentar sacrifícios e, às vezes, frustrações.
Para Vera Rita de Mello Ferreira, do Núcleo de Estudos Comportamentais (NEC) da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), o consumidor cria desculpas e adia decisões importantes por conta da falta de tempo da vida moderna. Mas isso também acontece por causa da dificuldade em encarar que se tem menos patrimônio do que gostaria. "O dinheiro nunca é o assunto preferido".
Enquanto o problema não é encarado, o orçamento pode ser devorado por multas, falta de rentabilidade em investimentos e dívidas com taxas de juros de dois dígitos. Veja a seguir as desculpas financeiras mais comuns:

1) Sou muito jovem ou velho
A idade não deve ser o único critério para nortear objetivos financeiros e muito menos uma desculpa para deixar de encarar responsabilidades.
Samy Dana, professor da Fundação Getúlio Vargas (FGV) lembra, porém, que, quanto mais jovem, menos sacrifícios serão necessários para atingir estes objetivos. "É necessário pensar na aposentadoria cada vez mais cedo".
Mesmo no caso de quem não se preparou desde cedo, a educadora financeira Eliana Bussinger lembra que nunca é tarde para aprender a viver com mais simplicidade e dividir gastos.
Dessa forma, é possível aumentar a renda durante a aposentadoria.

domingo, 7 de dezembro de 2014

04 - Fotos Constrangedoras: Casamento - Sociedade

Gosto sempre de deixar o melhor para o final, ao menos na minha concepção. O tempo pode mudar, antes, durante e após o enlace, mesmo com planejamento apurado, um casamento leva meses. Então como conter às peripécias do tempo?
Bem, alguém reconhece a convidada nessa foto um tanto incomoda (para ela)? O casamento é a vitória de uma luta, então que venha uma salva de tiros de metralhadora, para a noiva comemorar que o noivo ainda vive, e não fugiu...
A última é uma dupla. Nem vou comentar nada, apenas reparem nos detalhes - isso você guardaria no seu álbum de memórias?

sábado, 6 de dezembro de 2014

03 - Fotos Constrangedoras: Casamento - Sociedade

Contando um pequeno relato, quando casei, fui em lua de mel para uma cidade onde vários casais para lá se dirigem, nem comentarei o nome. Num dos vários passeios, pois realmente a cidade oferecia muitas coisas, sossego inclusive, para iniciar uma vida à dois, um fotógrafo ambulante, ofereceu para bater uma foto na palma da mão. Uma jogada de posição, de efeitos próximos à King Kong dos anos 30...
Eis um, que quer manter a noiva no bolso, na sequência uma foto para lá de constrangedora, e que nem comentarei (coisa de fotógrafo brincalhão), e por último, madrinhas após a noitada...

sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

02 - Fotos Constrangedoras: Casamento - Sociedade

À seguir, um casal numa festividade alegre, mas longe de representar suas bodas de enlace. Na sequência a queda de um bolo, com o desespero captado pelas objetivas, e madrinhas muito, mas muito estranhas...


quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

01 - Fotos Constrangedoras: Casamento - Sociedade

Existem coisas constrangedoras, algumas ninguém vê, outras algumas pessoas testemunham, mas e quando fotografam, ou filmam o mico que cometemos? Passo a compartilhar algumas imagens um tanto constrangedoras ou bizarras.
A primeira foto, um dos muitos modelos "estranhos"de vestidos de noiva, que servem apenas para algumas pessoas exprimirem um: "genial" - ou outras coisas do tipo. O bolo de casamento é um símbolo da felicidade, e cuidados no desenvolvimento da recepção, mas tente imaginar um ataque por um roedor...
Finalizando, uma foto romântica, tendo ao fundo um campo com um cinematográfico incêndio...

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Celular no banheiro pode complicar - Saúde


Parece piada, mas não é: o hábito de usar o celular ou ler enquanto evacua pode antecipar as hemorroidas em quem já tem predisposição a ter. O motivo? Depois de fazer cocô, muita gente permanece sentada na mesma posição enquanto termina uma leitura e isso faz uma pressão e um esforço desnecessários, o que dilata as veias do ânus e pode causar o que se muita gente tem e morre de vergonha de contar: as temidas hemorroidas. A recomendação, portanto, é "acabou, levanta".
Fazer hora no banheiro é coisa antiga, da época dos livros e gibis impressos. Mas a situação piorou bastante com a proliferação dos tablets e smartphones. “Tenho pacientes que mantêm tablets antigos no banheiro, especificamente para isso”, reprova o proctologista Fernando Valério. Ele explica que evacuar é um ato mais complexo do que se imagina. “Quando se evacua, o corpo estabelece que haverá um relaxamento da região anal. Quando há um relaxamento por muito tempo, o canal fica totalmente preenchido pelas veias da região anal, e isso acaba doendo, sangrando ou pode dar prolapso nas veias (quando elas saem para fora do ânus)”, alerta. Segundo ele, os casos de hemorroidas em seu consultório aumentaram depois de os smartphones se tornarem populares.
Como o banheiro é mesmo um refúgio – muitas vezes o único local em que ninguém é incomodado –, o proctologista Felipe Santos Gomes, do Hospital Balbino, no Rio de Janeiro, sugere uma alternativa. “Se a pessoa quiser continuar a leitura ou a atividade no celular, que faça sua higiene, feche a tampa do vaso sanitário, sente em cima dela e fique o tempo que quiser, pois assim seria como se estivesse sentado em uma cadeira normal.”
O hábito de ler no banheiro é uma mania que começa na infância. Crianças com intestino mais preso ou lento são incentivadas a ler como forma de distração enquanto tentam evacuar, como uma espécie de incentivo para a ida ao banheiro se tornar mais prazerosa. Quando crescem, acabam mantendo o hábito e, se tiverem propensão genética a terem hemorroidas, elas aparecerão bem antes do tempo pré-determinado lá nos genes.
Embora ainda seja um tabu, as hemorroidas são perfeitamente tratáveis, seja com mudança de estilo de vida – hábitos alimentares saudáveis para quem tem um grau leve do problema – ou até cirurgia. O indicado é deixar a vergonha de lado e procurar um médico logo no início dos primeiros sintomas.
Portanto, tenham cuidado e policiem seus hábitos. Local para concentração na leitura e observação é outro, que não seja um habitáculo destinado ao alívio comum à todos...

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

02 - O Turismo de São Paulo - Economia/Turismo

De acordo com o último Estudo da Demanda Turística Internacional* divulgada pelo Ministério do Turismo, São Paulo se mantém líder no turismo de negócios. A capital paulista recebeu 48,3% dos estrangeiros que vieram ao Brasil a negócios no ano de 2012. O estudo ainda mostra a evolução de outras cidades brasileiras e o Rio de Janeiro aparece em segundo lugar, com 23,9%, seguido por Curitiba (4,4%) e Porto Alegre (4,1%). As demais cidades colocadas na lista dos dez maiores receptores de turistas estrangeiros a negócios são Belo Horizonte (3,5%), Campinas (3,5%), Foz do Iguaçu 92,9%), Salvador (2,8%) e Fortaleza (2,1%).
A cidade de São Paulo é mundialmente conhecida por ter um bom ambiente de negócios e essa tese pode ser comprovada com as premiações que ela recebeu:
- Considerada a melhor cidade para fazer negócios na América Latina no ranking internacional da America Economia (2013);
- Líder em atração de investimentos no Brasil, pela FDI Intelligence (2012);
- Metrópole global mais influente da América Latina no ranking da Chapman Univeristy e CSC de Cingapura (2014);
- Em 2014 subiu 14 posições no ranking do relatório Doing Business, do Banco Mundial.

Os dados acima demonstram a força do setor para a cidade, que ainda conta com uma estrutura de 164 teatros, 282 salas de cinema, 103 parques e áreas verdes e 125 museus e uma infinidade de atividades complementares dos turistas de negócios e eventos.
De acordo com o São Paulo Convention Visitors & Bureau temos 1.987 eventos estimados para este ano em São Paulo, entre feiras, congressos, convenções, encontros, fóruns, exposições, corridas, festivais, salões e prêmios. Destes, 629 são internacionais. Ao todo, são estimados mais de 31,3 milhões de participantes (turistas e residentes) nestes eventos. Segundo o Observatório da SPTuris, as atividades mais procuradas por turistas de negócios e eventos em São Paulo são: gastronomia, compras e vida noturna respectivamente.

* Os dados do estudo, realizado pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) para o Ministério do Turismo, foram coletados em 15 aeroportos e 10 postos de fronteiras terrestres em entrevistas com 31 mil estrangeiros que visitaram o Brasil em 2012.

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

01 - O Turismo de São Paulo - Economia/Turismo

Posso ser considerado bairrista, quando alguém se refere à região ou localidade de seu domicílio, quando enaltece um tema. No caso estou comentando de minha cidade de nascimento e moradia, à qual, apesar de muitas decepções, ainda quero viver e envelhecer (ainda mais).
Apesar do foco econômico, tenho certeza que a cidade é muito mais para o turismo. Uma força é a gastronomia, mas vamos aos negócios...

A cidade que não dorme, que realiza um evento a cada seis minutos e recebe mais de 13 milhões de turistas por ano ainda é considerada a líder brasileira em turismo de negócios. Segundo estimativas do Observatório de Turismo e Eventos, núcleo de estudos e pesquisas da São Paulo Turismo (SPTuris, empresa municipal de turismo e eventos) a cidade receberá mais de oito milhões de turistas de negócios e três milhões de turistas de eventos em 2014. Isso representa um impacto de mais de R$ 9 bilhões em receita com turismo para este ano na cidade, equivalente a 80% da receita total estimada para 2014.
De acordo com o Observatório, os turistas de negócios e eventos representam 75% dos hóspedes em hotéis da cidade que, vale ressaltar, possui o maior parque hoteleiro do Brasil, com 42 mil apartamentos disponíveis. Para se ter ideia da dimensão que esse cenário representa, o Rio de Janeiro possui 27 mil quartos.
Outro dado interessante mostra que o setor hoteleiro emprega mais de 16 mil pessoas na capital paulista e de cada quatro empregos do setor, três são em virtude do movimento de turistas de negócios e eventos.

domingo, 30 de novembro de 2014

Tecnologia e talentos - Trabalho


Empregadores gastam tempo e dinheiro consideráveis para atrair o candidato que manterá em dia sua "pipeline" de talentos. Mas o quanto desse investimento é obstruído por sua própria tecnologia, ou a falta dela? Um novo estudo do site de recrutamento americano CareerBuilder explora cinco barreiras relacionadas à tecnologia que podem anular a experiência do candidato e as chances da empresa de recrutar grandes talentos.
O estudo é parte de um grande relatório intitulado "Como a experiência do candidato está transformando a tecnologia de RH", conduzido pela Harris Poll entre 2 e 25 de junho de 2014 com uma amostra de 374 profissionais de RH e 319 candidatos a vagas.
"A tecnologia pode ser seu maior aliado ou seu maior inimigo quando você interage com candidatos a vagas de emprego", diz Rosemary Haefner, vice-presidente de RH da CareerBuilder. "Os candidatos hoje esperam que o processo de inscrição seja rápido, informativo, mais personalizado - e otimizado para aparelhos móveis. O estudo mostra que as companhias que têm um processo complexo de inscrição e não possuem a tecnologia para rotineiramente captar e reengajar candidatos estão em desvantagem competitiva.
As cinco barreiras identificadas pelo estudo são:
1 - Falha ao captar candidatos interessados - Nem todos os candidatos têm tempo para se inscrever para uma vaga quando se deparam com ela pela primeira vez. Na verdade, para 39% deles, a chance de deixar seus dados para contato com o empregador e inscrever-se mais tarde é muito ou extremamente importante. Considerando que mais da metade (57%) de profissionais de RH não usam ferramentas para registrar candidatos que não se inscrevem para suas vagas, há um número considerável de oportunidades perdidas de entrar em contato com talentos mais esquivos. Apenas 23% dos profissionais de RH usam uma versão reduzida de ficha de inscrição para obter informações dos candidatos.
2 - Falha ao reengajar candidatos - Outro desafio enfrentado pelos profissionais de RH é manter um relacionamento com candidatos que não foram empregados em determinada oportunidade de trabalho, mas poderiam ser adequados para uma vaga que venha a surgir. Mais de um terço (36%) dos profissionais de RH disseram que não reengajam candidatos que não se colocaram, em geral porque priorizam os candidatos mais recentes (69%) ou não tiveram tempo para trabalhar o reengajamento (28%). Enquanto 38% dos profissionais de RH disseram que reengajam candidatos de seis em seis meses ou mais frequentemente, um número significativo desses profissionais não se debruça sobre "pools" de talentos que já haviam manifestado interesse por suas companhias. Além disso, quem procura emprego dá valor à continuidade na comunicação. Dois a cada cinco (42%) candidatos gostariam de receber e-mails sobre novas oportunidades que surjam nas empresas.
3 - Respostas automatizadas - Devido a cortes nos departamentos de RH, eles passaram a se valer de respostas automáticas para informar aos candidatos que receberam suas inscrições. Para 39% deles, isso não é o suficiente, enquanto 62% esperam comunicados mais personalizados. Sessenta e sete por cento contam com um telefonema do recrutador depois de se inscrever para uma vaga.
4 - Limitando inscrições ao "desktop" - O uso de tecnologia móvel aumentou a expectativa de que a experiência do candidato seja a mesma esteja ele no computador fixo ou em um "mobile". Contudo, 46% dos profissionais de RH não oferecem aos candidatos a opção de acessar a ficha de inscrição via aparelho móvel, na maioria das vezes por restrições tecnológicas ou de recursos. Embora 33% dos profissionais de RH tenham dito que eles percebem perdas no número de inscritos por seus formulários não estarem adaptados para aparelhos móveis, apenas 24% consideram que a possibilidade de se inscrever via "mobile" deveria ser parte da experiência do candidato. Dos que procuram uma vaga, 65% raramente recorrem ao computador para terminar uma inscrição que não pôde ser finalizada pelo aparelho móvel.
5 - Processo de inscrição complexo - A maioria dos profissionais de RH (53%) avalia que um processo de inscrição extenso é positivo por afastar candidatos menos entusiasmados ou menos qualificados. Isso pode ser verdade até certo ponto, mas também estarão afastando talentos muito qualificados e atualmente empregados que não estão predispostos a preencher um grande número de páginas. Sessenta por cento dos que buscam por uma vaga disseram que começaram a preencher uma ficha de inscrição on-line, mas não a completaram por ser muito extensa ou complexa. Mais da metade (54%) dos profissionais de RH disseram que seu processo de inscrição requer mais de 20 minutos para ser completado. Em contrapartida, 29% dos candidatos afirmaram que isso deveria levar 10 minutos ou menos; para 62%, não deveria levar mais que 20 minutos. Trinta e sete por cento dos profissionais de RH disseram que em geral fazem mais de 15 perguntas ao longo do processo de inscrição. Para 51% dos candidatos, não deveriam ser mais que 10 perguntas.

Fonte: Valor Econômico