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sábado, 13 de fevereiro de 2021

212 - Ilhas paradisíacas (Brasil - Ilha de Santo Amaro) - Turismo

 

Notoriamente, a região conta com uma das edificações mais antigas do país e, simultaneamente, com o último forte a ser construído no Brasil. Trata-se do Forte do Itapema e do Forte dos Andradas, respectivamente. Estima-se que o Forte do Itapema, erguido sobre as rochas próximo ao distrito de Vicente de Carvalho, já existia na metade do século XVI. Enquanto o Forte dos Andradas não foi concluído até 1942.

A construção mais recente é popular por possuir túneis com dezenas de galerias, mas para entrar no local é preciso de autorização prévia do exército local, que ministra visitas pelo espaço. Por outro lado, o Forte do Itapema, assim como a Fortaleza Santo Amaro da Barra Grande e o Forte São Luiz/São Felipe são iguarias históricas abertas a todos os públicos. Locações perfeitas para um passeio (educacional) em família!

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2021

211 - Ilhas paradisíacas (Brasil - Ilha de Santo Amaro) - Turismo

Os dois mirantes estão entre os principais atrativos do Guarujá, permitindo que moradores e visitantes vejam a beleza natural da região do alto em uma visão panorâmica. Neles, o mar continua protagonista, mas de outro ângulo. O Mirante da Caixa d’ Água tem vista para a Praia do Tombo. Agora, quem procura por uma paisagem mais viva, precisa visitar o Mirante do Costão das Tartarugas. A formação rochosa, localizada na Praia da Enseada, permite que se observe tartarugas marinhas, enquanto buscam alimento.

Mesmo aqueles que não se consideram os maiores fãs de aventura podem apreciar o trajeto da Prainha Branca. Reconhecida por muitos como um dos principais atrativos da cidade, trata-se de uma trilha de acesso até uma praia reclusa. Por isso, é local ideal para passar o dia ou até montar acampamento para pernoitar. O caminho é bem tranquilo e com poucas subidas. Normalmente, os visitantes não levam mais de quarenta minutos para percorrer o trajeto.

O acesso para a Prainha Branca é por uma trilha bem sinalizada e com cerca de 30 minutos de duração. 

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2021

210 - Ilhas paradisíacas (Brasil - Ilha de Santo Amaro) - Turismo

Quem procura espaços ainda mais desertos e preservados, podem desfrutar de locais como: Praia do Éden, Praia das Conchas, Praia do Iporanga e Praia de São Pedro. Apesar de serem acessadas por um condomínio particular, a entrada é liberada ao público.

Por outro lado, quem procura mais agito pode encontrar facilmente na Praia da Enseada, a mais extensa do município e uma das mais bem estruturadas, e na Praia das Pitangueiras, uma das mais movimentadas da cidade. O motivo disso? O centro comercial do Guarujá está localizado entre essas bandas.

A Praia do Tombo é a única que possui “bandeira azul”, ou seja, a qualidade é de ótima qualidade, há segurança, acessibilidade e gestão ambiental. 

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2021

209 - Ilhas paradisíacas (Brasil - Ilha de Santo Amaro) - Turismo

 

Com mais de vinte praias à disposição, várias alternativas de bares e casas noturnas, entre outras opções de lazer ao ar livre ou em shoppings e restaurantes modernos; a infraestrutura de Guarujá pode divertir e animar qualquer um, já que está em constante desenvolvimento para continuar a alegrar moradores e visitantes.
Algumas são bem movimentadas, outras mais desertas. De qualquer forma, Guarujá conta com 27 praias no próprio território. Dependendo do que o visitante ou morador procura, há uma opção mais adequada. Por exemplo, a Praia do Guaiúba é ideal para famílias com crianças que buscam fugir a agitação central dos espaços mais populares.
Já a Praia de Pernambuco, conhecida pela bela vegetação, é uma escolha certeira para quem quer desfrutar da natureza, sem renunciar certas comodidades. Enquanto a Praia Sangava e Praia do Perequê são perfeitas para pesca.
Surfistas e esportistas de plantão são mais atraídos pelo mar agitado da Praia do Tombo, palco de campeonatos de surf de nível nacional e local. Mesmo que as águas não sejam recomendadas para banhistas, a orla continua como uma das mais bonitas da cidade e os vários quiosques à beira-mar permitem que a vista seja apreciada, sem que os visitantes tenham que arriscar o bem-estar.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2021

208 - Ilhas paradisíacas (Brasil - Ilha de Santo Amaro) - Turismo

Um dos principais pontos de referências da cidade de Guarujá é o Morro do Maluf, entre as praias das Pitangueiras e da Enseada. Só que não tem nada a ver com a família Estéfano ou com os Maluf. O morro pertencia a Edmundo Maluf, industrial em São Paulo, solteiro, que tinha casa na ladeira do morro e dava festas memoráveis que agitavam os fins de semana de Guarujá. A situação se torna crítica no final da década de 1980 e início de 1990, quando milhões de turistas visitam a ilha todos os verões, provocando o colapso da infraestrutura de Guarujá, com cortes de eletricidade, falta de água e poluição das praias. Extensas áreas do município são ocupadas por favelas, habitadas pelos migrantes em buscas de novas oportunidades e a criminalidade toma corpo. O cenário caótico leva a uma profunda crise no turismo e na economia de Guarujá, que perde turistas e investimentos para o Litoral Norte e até mesmo para outras cidades da Baixada Santista.

A segunda metade da década de 1990 vê uma recuperação progressiva do balneário, com investimentos em saneamento, habitação, infraestrutura e até mesmo efeitos benéficos da divisão do total de turistas com outras regiões, causando menor sobrecarregamento na cidade. Paulatinamente a cidade começa a receber novos investimentos e começa a desenvolver o turismo de negócios e a prestação de serviços, visando a expandir sua base econômica e se tornar menos dependente do turismo sazonal.


Praia da Enseada e Morro da Península (ao fundo).

O município possui relevo característico de planície litorânea. As elevações têm altitude média entre 130 e 160 metros, chegando ao máximo de aproximadamente 300 metros. Sua vegetação predominante é de floresta ombrófila densa, que ocorre na Serra do Mar. Os seguintes rios correm pelo território de Guarujá: Rio de Santo Amaro; Rio do Meio; Rio Icanhema; Rio do Peixe; Rio do Pote; Rio Acaraú; Rio Comprido e Rio dos Patos.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2021

207 - Ilhas paradisíacas (Brasil - Ilha de Santo Amaro) - Turismo

O Forte dos Andradas, inaugurado em 1942.

O Forte dos Andradas começou a ser construído em 1934 pelo tenente-coronel de Engenharia João Luís Monteiro de Barros e inaugurado em 10 de novembro de 1942, constituindo-se a principal defesa da entrada da Baía de Santos ao sul da Ilha de Santo Amaro. Recebeu esse nome em homenagem aos irmãos Andradas (José Bonifácio, Antônio Carlos e Martim Francisco) que tiveram muita importância durante o período imperial.
Em 1947 as prefeituras sanitárias são extintas e Guarujá torna-se município de pleno direito. O fim dos jogos de azar no governo de Eurico Gaspar Dutra e a construção da via Anchieta, ligando a Baixada Santista a São Paulo modificam a ocupação da ilha. A antiga vila balneária se adensa com a chegada de maiores quantidades de turistas e novos moradores. Edifícios começam a surgir na orla de Pitangueiras e Astúrias e praias até então desertas, como Enseada, Pernambuco e a própria Perequê começam a ser visitadas. Paralelamente, migrantes nordestinos migram para a ilha a procura de emprego, se fixando na região do velho forte de Itapema, dando origem ao distrito de Vicente de Carvalho.
Entre as décadas de 1970 e 1980 Guarujá cresce descontroladamente. Toda a orla da cidade entre a praia do Tombo e Pernambuco é ocupada por diversos loteamentos e edifícios, sem a necessária contraparte de infraestrutura. O Milagre Econômico dos anos 70, a construção da Rodovia Piaçagüera-Guarujá, ligando a ilha diretamente a Via Anchieta e em menor grau as novas rodovias Rio-Santos e Mogi-Bertioga (possibilitando o acesso ao Vale do Paraíba e Litoral Norte) provocam a explosão do turismo e da migração para a ilha. A qualidade ambiental vai caindo, com a poluição das águas, a ocupação de áreas sensíveis como morros e mangues e o número cada vez maior de turistas, moradores e migrantes sobrecarregam Guarujá.

domingo, 7 de fevereiro de 2021

206 - Ilhas paradisíacas (Brasil - Ilha de Santo Amaro) - Turismo

 Em 1892, surge a Companhia Prado Chaves, que tem por finalidade a criação de uma vila balneária na praia de Pitangueiras e a exploração do turismo na ilha. Para a vila, são encomendados 46 casas de madeira nos Estados Unidos e um hotel de luxo, contando inclusive com um cassino. O hotel, batizado de La Plage, foi também construído com a mesma madeira com que foram feitas as casas. Além da vila, a Companhia construiu uma linha férrea ligando o estuário de Santos à praia de Pitangueiras, e batizada de Tramway do Guarujá, bem como o primeiro serviço regular de navegação entre Santos e Guarujá.

O empreendimento é inaugurado em 2 de setembro de 1893 e torna-se reduto da classe alta paulistana durante o verão, inclusive com a presença do presidente do Estado e de seus secretários. Esta data é também considerada a de fundação do município, quando Guarujá foi promovida a Vila Balneária.

Em 1911, a Companhia é adquirida pelo empresário norte-americano Percival Farquhar, passando a se denominar Companhia Guarujá.. O novo Grand Hôtel de la Plage foi reinaugurado em 1912, tendo sido um marco para o turismo de luxo no Brasil. O sucesso do hotel e a reputação de Guarujá como destino de verão da classe alta paulistana levam a um contínuo desenvolvimento da vila durante a primeira metade do século XX. Neste mesmo hotel, em 1932, morreria o aeronauta e inventor brasileiro Alberto Santos Dumont, onde havia se hospedado após sérios problemas de saúde. Em 1923, a vila foi transformada em distrito de paz e, em 30 de junho de 1926, o distrito tornou-se prefeitura sanitária, separando-se de Santos.
A eletrificação foi inaugurada a 11 de janeiro de 1925. Com a eletrificação da linha, bondes elétricos passaram a circular,junto as locomotivas a vapor. Os equipamentos usados na eletrificação foram fornecidos pela Siemens; as obras foram dirigidas pelo engenheiro Ettore Bertacin, da Casa Siemens de São Paulo e tiveram duração de oito meses. A subestação elétrica principal, que também abastecia o distrito de Itapema, estava localizada "próximo das torres grandes da Companhia Docas de Santos", recebendo a corrente em 40 000 volts e transformado-a a 6 600 volts. A subestação retificadora, que reduzia e retificava a corrente alternada de 6,6 kV para 750 volts a ser usada na linha de contato, situava-se no quilômetro quatro da via férrea, ou seja, próximo à metade de seu percurso, no bairro da Conceiçãozinha. Todo o material rodante era de origem alemã, tendo sido produzido pelas firmas Siemens e M.A.N. - Maschinenfabrik Augusburg Nürnberg. Foram adquiridos dois bondes de 106 HP, numerados #3 e #9, e uma locomotiva elétrica de 106 HP para tracionar trens de carga. Esta máquina, com 18 t de peso, tinha capacidade de tracionar trens de 47 toneladas de carga a uma velocidade de 45 km/h.

Em 1930, esta empresa adquiriu mais dois bondes da M.A.N., numerados cinco e sete e construiu um ramal de três quilômetros até o Sítio Cachoeira para o transporte de carga, com extensão aproximada de 2,5 km. O bonde #3 seria sucateado após um acidente ocorrido na década de 1930. Em 1931, a prefeitura sanitária é extinta, com a reintegração da ilha ao território de Santos e Guarujá volta a ter autonomia apenas em 30 de junho de 1934, no antigo status de "prefeitura sanitária". Com a deterioração da estação férrea original de Guarujá construída em 1893 entre a praia e o Grande Hotel, foi necessário se construir uma nova, e o local escolhido foi outro: o antigo pátio de cargas do bonde, na avenida Leomil, a dois quarteirões da praia. A 30 de junho de 1934 foi criada a Estância Balneária de Guarujá, evento que motivou a realização de melhorias no serviço do Tramway de Guarujá. Decidiu-se então construir uma nova estação e oficinas, localizadas agora na Av. Leomil, a dois quarteirões da praia. Elas foram inauguradas a 21 de dezembro de 1935. Com a inauguração do novo prédio o velho foi desativado e demolido. Os bondes foram transferidos para a Estrada de Ferro Campos do Jordão, na qual são usados até hoje, e uma de suas locomotivas está exposta na avenida Leomil, em Pitangueiras, em Guarujá.

sábado, 6 de fevereiro de 2021

205 - Ilhas paradisíacas (Brasil - Ilha de Santo Amaro) - Turismo

Em 22 de janeiro de 1502, os primeiros europeus pisaram na ilha. André Gonçalves e Américo Vespúcio aportaram na praia de Santa Cruz dos Navegantes, depois seguindo viagem à ilha de São Vicente. A ilha, pantanosa e acidentada, não atrai a atenção dos colonizadores portugueses, que preferem centrar esforços na vizinha ilha de São Vicente, esta mais ampla e salubre e contando com um acesso privilegiado ao Planalto Paulistano, através de trilhas indígenas. Apesar do desinteresse, alguns colonos portugueses acabam se instalando na costa ocidental de Santo Amaro, sobrevivendo de agricultura de subsistência, pesca e reparos de embarcações utilizadas no estuário de Santos.

Em 1543, quando da primeira divisão territorial brasileira, toda a região entre a ilha de Santo Amaro e a barra do rio Juqueririê (futuros municípios de Guarujá, Bertioga e parte de São Sebastião) é concedida a Pero Lopes de Sousa por seu irmão Martim Afonso de Sousa, sob o nome de capitania de Santo Amaro. A capitania, sem recursos naturais de importância e sem ligações com o Planalto, não se desenvolve. As únicas ações visando ocupar o território são a construção dos fortes de São João e São Filipe, destinados a proteção do porto do Santos, uma beneficiadora de óleo de baleia no extremo norte da ilha, na desembocadura do Canal de Bertioga e a ação de alguns grupos de jesuítas para a catequese de índios.

O Balneário do Guarujá em 1894.

Durante toda a fase colonial e imperial, a ilha não atrai atenção, sendo povoada apenas por colonos pontuais e por pequenos sítios destinados a esconder escravos contrabandeados da África. No fim do século XIX, o surgimento do turismo, o desenvolvimento da economia paulista e a existência de um acesso ferroviário rápido e fácil entre o litoral e o Planalto Paulista, provocam um novo interesse pela ilha de Santo Amaro.


sexta-feira, 5 de fevereiro de 2021

204 - Ilhas paradisíacas (Brasil - Ilha de Santo Amaro) - Turismo

A Ilha de Santo Amaro surge em sua atual forma no final da Era Glacial, entre 20 e 123 mil anos, quando o Canal de Bertioga e o Estuário de Santos são abertos com a contínua elevação do nível do Oceano Atlântico e criam a atual ilha, a separando do continente.

Os primeiros habitantes foram os homens dos sambaquis, grupo humano seminômade que habitou o litoral sul/sudeste brasileiro após o final da Era Glacial. Este povo vivia da coleta de moluscos, conchas, mexilhões e demais alimentos marinhos, bem como alimentos vegetais e caça de pequenos animais e peixes. Não conheciam a agricultura e seu único registro conhecido são os montes de restos de conchas espalhados pelo litoral, chamados de sambaquis. Em Guarujá, foram localizados sambaquis nas praias da Ilha do Mar Casado e Pernambuco.

Após a era dos sambaquis, a ilha passa a ser visitada por grupos tupi, que deram o primeiro nome à ilha: Guaibê (lugar de caranguejos) e também Guaru-ya (passagem estreita). Os tupis não habitaram a ilha, permanecendo no entorno da Serra do Mar e no Planalto Paulista, mas utilizavam a ilha para a colheita de sal e pesca.

Praia das Pitangueiras em meados do século XX.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2021

203 - Ilhas paradisíacas (Brasil - Ilha de Santo Amaro) - Turismo

Guarujá é um município brasileiro do estado de São Paulo. Localiza-se na Região Metropolitana da Baixada Santista. A população, segundo a estimativa para 1º de julho de 2015, era de 311 230 habitantes, sendo a terceira mais populosa do litoral paulista, ficando atrás apenas de São Vicente e Santos. Possui uma área de 142,9 km², o que resulta numa densidade demográfica de 2 034 hab/km². Geograficamente, situa-se na Ilha de Santo Amaro, terceira maior ilha do litoral paulista. O município é formado pela sede e pelo distrito de Vicente de Carvalho.


Fortaleza de Santo Amaro da Barra Grande, construída em 1584.

Atualmente, a cidade de Guarujá é conhecida como a "Pérola do Atlântico", devido às suas belas praias e belezas naturais. Muito procurada pelos turistas na alta temporada, a cidade conta com praias urbanizadas e algumas selvagens, acessíveis apenas por trilhas. Além do litoral, Guarujá oferece construções históricas e trilhas de ecoturismo. Outra atração local é a pesca artesanal, que pode ser vista e praticada em diversas praias do município ao longo de sua orla.
Guarujá é um dos quinze municípios paulistas considerados estâncias balneárias pelo estado de São Paulo, por cumprirem determinados pré-requisitos definidos por Lei Estadual. Tal status garante a esses municípios uma verba maior por parte do Estado para a promoção do turismo regional. Também, o município adquire o direito de agregar junto a seu nome o título de estância balneária, termo pelo qual passa a ser designado tanto pelo expediente municipal oficial quanto pelas referências estaduais.
"Guarujá" é derivado do termo tupi agûarausá, que designa um tipo de caranguejo, o guaruçá.
Apesar de ser comum empregar o artigo definido antes do nome da cidade, este uso não é correto. Deve-se portanto dizer "Tenho casa em Guarujá" e não "Tenho casa no Guarujá".

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2021

202 - Ilhas paradisíacas (Brasil - Ilha de Santo Amaro) - Turismo

Com uma natureza exuberante espalhada por 27 praias com belezas totalmente diferentes que atraiam os turistas para a região, Guarujá foi reconhecido internacionalmente, na década de 70, com o título de “Pérola do Atlântico”. Atualmente a cidade continua a ser referência nacional na qualidade de suas praias, o desenvolvimento econômico das últimas décadas trouxe grandes investimentos ao setor portuário, náutico, hoteleiro, empresarial, imobiliário e do comércio. Hoje Guarujá é o destino ideal para quem quer desfrutar das belezas naturais e garantir e um passeio com muita diversão e cultura.

ILHA DO ARVOREDO

A ilha do arvoredo está localizada em frente à praia de Pernambuco, a 1,6 km da costa. Com uma área de 36 mil metros quadrados, a ilha serve de palco para pesquisas ecológicas e científicas. Foi cedida em 1950 pelo Serviço de Patrimônio da União ao engenheiro mecânico Fernando Eduardo Lee para fins científicos. Após a morte do seu idealizador em 1994, a ilha passou a ser administrada pela Universidade de Ribeirão Preto que atualmente está à frente da direção da Fundação que leva o nome do engenheiro. A ilha é auto sustentável, com sistemas de captação de água potável, energia solar e eólica, o acesso à ilha é feito pelo mar e pela phoenix de concreto que está a mais de trinta metros de altura e serve como trava para o guindaste que iça os visitantes através de uma cesta. A visitação ao local é controlada pela fundação.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2021

201 - Ilhas paradisíacas (Brasil - Ilha de Santo Amaro) - Turismo

Praia das Astúrias

A cidade de Guarujá, situada na Ilha de Santo Amaro, foi visitada pela primeira vez no dia 22 de Janeiro de 1502 pelos exploradores portugueses André Gonçalves, Américo Vespúcio e suas armadas. Mais precisamente, essa visita ocorreu na parte ocidental da ilha, conhecida atualmente como Praia Santa Cruz dos Navegantes.
Contudo, devido à topografia, hostilidade indígena e áreas pantanosas a cidade ficou por mais de 300 anos abandonada. Tendo apenas a extração de óleo de baleia, pesca e poucos engenhos de açúcar como atividade econômica.
Com o passar do tempo as pessoas que viviam dessa economia foram formando um pequeno povoado, sendo assim, por um decreto imperial de 1832, Guarujá passou a condição de Vila.
Em 1893, Guarujá foi promovida a Vila Balneária de Guarujá. Para isso foram encomendados dos Estados Unidos um hotel, uma igreja, um cassino e 46 chalés residenciais desmontáveis. Além de receber serviços de água, esgoto e luz elétrica.
Em 30 de Junho de 1934 a cidade recebeu o título de Estância Balneária e em 1947 passou a ser considerada município devido ao seu crescimento contínuo.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2021

200 - Ilhas paradisíacas (Brasil - Ilha das Couves) - Turismo

Passeio mais procurado entre os turistas que chegam a Ubatuba, a Ilha das Couves é atração imperdível do Litoral Norte de São Paulo. E como muitos visitantes desejam ir até lá, já vamos adiantar que a ilha costuma ficar bem cheia nos finais de semana e feriados de sol. Para vê-la tranquila e não disputar um lugar na areia com dezenas de turistas, o melhor é investir em uma visita durante a semana ou chegar bem cedo à ilha (no máximo até 10h). Ainda que você só possa ir aos sábados e domingos, não perca a chance de ver essa linda porção de terra cercada por mar transparente. 
A Ilha das Couves oferece duas praias para os visitantes passarem o dia. A primeira, onde chega a maioria dos barcos pequenos, é chamada de Praia Menor, Praia de Fora ou Praia do Japonês (acreditem, são muitos os nomes que ela recebe). Com água em tom de verde esmeralda e grande piscina para mergulho, a Praia Menor é uma delícia quando o movimento dos barcos não é tão intenso. Com o passar do dia e o aumento dos barcos, a praia pode não ser tão interessante. Nesse momento, mude-se para a Praia Maior, onde há mais espaço para o banho de mar.
Na Praia Maior, também chamada de Prainha das Couves ou Praia de Dentro, a água ganha tons entre verde e azul e o visual é encantador. Essa é a principal praia da Ilha das Couves, a que oferece maior faixa de areia e também a que recebe mais turistas. O acesso à Praia Maior é por uma curta trilha de apenas cinco minutos a partir da Praia Menor. Trajeto bem fácil e rápido! As duas praias são boas opções para o dia. Escolha a que mais se parece com você e curta bastante. Vale dizer que há um quiosque disponível no local, localizado na Praia Menor.
Ao voltar para o continente, aproveite mais um banho de mar na Praia de Pincinguaba ou sente-se em um dos restaurantes locais para curtir o fim do dia.
O passeio até a Ilha das Couves é feito em lanchas e barcos que partem de diversas praias de Ubatuba, sendo que a principal rota é a partir da Praia de Picinguaba  Outra opção é o passeio de lancha a partir da Praia do Itaguá.

domingo, 31 de janeiro de 2021

199 - Ilhas paradisíacas (Brasil - Ilha de Santo Aleixo) - Turismo


A Ilha de Santo Aleixo está a 2km da Barra de Sirinhaém, no litoral pernambucano. Um fato curioso é que, apesar de fazer parte da cidade, ela é uma propriedade particular, contando apenas com 36 hectares. Está situada entre Porto de Galinhas e a Praia dos Carneiros.
Trata de uma ilha vulcânica. Não existe nenhum morador nativo da ilha e, normalmente, ela é muito usada por algumas empresas que promovem o turismo autorizado por lá. Há vários fatos históricos em torno da Ilha. Por exemplo, já foi ocupada por espanhóis, holandeses, franceses e portugueses. Aliás, a primeira invasão francesa do Brasil ocorreu nela. Já nos séculos 16 e 17, a Ilha serviu de ponto de apoio para corsários e piratas que promoviam saques na costa do atual estado de Pernambuco.
Aproveitar a natureza é a melhor opção. A Ilha de Santo Aleixo é muito tranquila, com águas calmas e cristalinas. Os turistas têm o suporte de uma infraestrutura básica, a exemplo de barracas, petiscos, cadeiras e bebida gelada. Quem não quiser ficar nas cadeiras da praia admirando o mar e o pôr do sol, pode aproveitar para conhecer as trilhas do lugar. O mais legal é que, ao finalizar a caminhada, o turista chega em outra praia!
De acordo com a empresa responsável por levar os turistas, é possível ter acesso a snorkel e máscaras de mergulho. Além disso, alguns quiosques preparam a comida na hora.

sábado, 30 de janeiro de 2021

198 - Ilhas paradisíacas (Brasil - Itamaracá) - Turismo

 

Na Ilha de Itamaracá existem alguns centros de conservação, principalmente em relação a vida marinha, muito importantes para o ecossistema da região. Um desses é o Ecoparque Peixe-Boi, localizado próximo a Praia do Forte e tem como objetivo a preservação desse mamífero aquático. No Ecoparque é possível fazer passeios e conhecer um pouco mais do seu trabalho, além de visitar tanques e aquários com os peixes.
Na região também existe o Centro de Estudo e Conservação das Aves Migratórias da Universidade de Pernambuco, localizado na Ilha da Coroa Vermelha, como dito anteriormente. Esse centro tem como objetivo a preservação e o estudo de diferentes espécies de aves migratórias que circulam pela região. Ecoparque Peixe-Boi

sexta-feira, 29 de janeiro de 2021

197 - Ilhas paradisíacas (Brasil - Itamaracá) - Turismo

Pernambuco possui lindos lugares para você conhecer, como a encantadora capital Recife, e a famosíssima ilha de Fernando de Noronha. Outro destino que também merece a sua visita é a Ilha de Itamaracá, localizada bem pertinho do continente. 
A Ilha de Itamaracá está localizada na região metropolitana de Recife e é possível acessar a ilha a partir da Ponte Presidente Vargas, que liga o distrito de Itapissuma à Itamaracá. Conheça agora alguns motivos para você conhecer a Ilha de Itamaracá.

A região da Ilha de Itamaracá preserva varias informações sobre acontecimentos históricos do Brasil. Começando pelas diversas construções datadas do século XVII e XVIII, que estão localizadas em Vila Velha, vilarejo fundado pelos portugueses em 1540.
Outro local histórico bastante importante e um dos pontos turísticos mais conhecidos da Ilha de Itamaracá é o Forte Orange. Esse forte foi construído em 1631 pelos colonizadores holandeses. O Forte Orange está localizado na Praia do Forte e em 1938 foi tombado como Patrimônio Histórico e Artístico Nacional. Hoje o local abriga um acervo com mapas e objetos da época da colonização do local.
Por ser uma ilha, Itamaracá possui diversas praias. A maioria dela com águas azuis bastante tranquilas. Uma das mais procuradas e mais bonitas da região é a praia Enseada do Golfinho, com águas calmas super propícias para banhos.
A Praia do Forte também é bastante movimentada, muito por causa do Forte de Orange. Durante a alta temporada, os barzinhos que ficam ao redor da praia também tornam-se o point dos turistas.
Outras praias que também fazem sucesso são: a Praia do Pilar, a Praia do Jaguaribe, a Praia do Pontal do Jaguaribe, sem falar na Praia da Coroa do Avião, que está localizada em uma pequena ilha formada pelas correntes marítimas e que abriga a sede do Centro de Estudo e Conservação das Aves Migratórias da Universidade de Pernambuco.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2021

197 - Ilhas paradisíacas (Brasil - Itaparica) - Turismo

Praia de Barra do Pote



Barra do Pote é, sem dúvidas, outra boa opção para ir com a família. Ela segue o padrão das outras da região, com areias fininhas, mar calmo e boa estrutura. Aliás, lá é ideal para a prática de atividades no mar. Evite ir nos períodos de alta estação, pois é nesse momento do ano que as praias ficam mais cheias de gente e, consequentemente, mais sujas.

Praia de Barra do Gil

Se você prefere locais mais inóspitos, mar calmo e sossego, conheça a Barra do Gil. O local é perfeito para levar as coisas e passar o dia, principalmente se estiver com crianças. No entanto, assim como as outras praias da região, evite ir em alta estação, pois há som alto nas praias e muitas pessoas circulando pela areia.



quarta-feira, 27 de janeiro de 2021

196 - Ilhas paradisíacas (Brasil - Itaparica) - Turismo

 Caixa Prego

Essa é considerada uma das melhores praias da Ilha de Itaparica. Isso porque ela possui uma ótima infraestrutura, com bares, restaurantes. Além disso, a praia é perfeita para crianças, pois as águas são bastante calmas, principalmente na maré baixa, quando se formam piscininhas: esse é o cenário ideal para descansar e ver o pôr do sol na ilha. Por fim, você ainda poderá fazer passeios de barco pela região.

Praia de Ponta de Areia

A Praia de Ponta de areia tem uma natureza belíssima e as águas são muito calmas e bem morninhas. Certamente, esse é o lugar ideal para ir com crianças, pois ela possui uma boa estrutura com restaurantes à beira mar. Só tome cuidado ao andar pelas areias, pois existem muitas pedras no caminho por causa da ampliação do porto.


6. Praia de Mar Grande


A praia de Mar Grande está bem pertinho de Salvador. Primeiramente, é importante mencionar que esse local fica no município de Veracruz, mas segue sendo uma das opção de passeio para quem está na Ilha de Itaparica. A cidade também é bem completa, com comércio local, e a praia possui uma boa estrutura, com barracas que servem comidas deliciosas. Sem dúvidas, um passeio imperdível – sobretudo para quem vai de lancha.

terça-feira, 26 de janeiro de 2021

195 - Ilhas paradisíacas (Brasil - Itaparica) - Turismo

A cidade de Itaparica é formada por um conjunto de praias, que chamamos também de “ilhas” ou “ilhotas” e, embora sejam pequenos vilarejos, eles possuem mercados e outros negócios próprios. Então, se você está curioso para conhecer os pontos turísticos da região, listamos alguns para você começar a sua aventura.

A Ilha dos Frades é, sem dúvidas, um daqueles passeios imperdíveis quando se vai à Ilha de Itaparica e Salvador. Lá, você poderá conhecer a Praia da Ponta de Nossa Senhora, a Igreja do Loreto e a Praia da Viração. 



A cidade de Itaparica é bem completa e possui muitos estabelecimentos funcionando. Ou seja, se você estiver hospedado no centro, poderá tomar uma cerveja em um dos barzinhos da região ou comer uma pizza à noite. Igualmente, algumas construções antigas, como igrejas e casas, contam um pouco da história do local. Não deixe de visitar, principalmente, a Capela de Nossa Senhora da Liberdade e a Matriz do Santíssimo Sacramento.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2021

194 - Ilhas paradisíacas (Brasil - Itaparica) - Turismo

A Ilha de Itaparica é um dos principais destinos de quem visita Salvador. As praias com areias brancas e mar azul atraem turistas do mundo inteiro, que vão em busca de sossego. Localizada do outro lado da Baía de Todos os Santos, a segunda maior do mundo, ela é o local mais escolhido para veraneio de moradores da capital baiana.
No início da colonização da Bahia, a ilha era povoada por índios Tupinambás. Sendo assim, Itaparica significa “cerca feita de pedras” na língua Tupi, por causa dos arrecifes ao redor da ilha. Além disso, a região ainda possui uma diversidade de espécies marinhas e possui uma vegetação com manguezais, restingas e árvores da Mata Atlântica preservada.
Local de pessoas simples, Itaparica é habitada em sua maioria por pescadores, marisqueiras e pessoas que vivem de atividades voltadas ao turismo e à pesca artesanal. Aliás, as ilhotas são consideradas bem simples e alguns lugares mal possuem sinal de internet wi-fi. Sendo assim, esse é o local ideal para quem deseja fugir do barulho e agonia das grandes cidades.
Para chegar a Itaparica, pegue um Ferry Boat no bairro da Calçada, cuja passagem custa R$ 5,10. Caso prefira pegar uma das lanchas que saem do Terminal Náutico do Comércio, a tarifa é R$ 7,10. Em seguida, a lancha te deixará em Mar Grande, em Veracruz. 



domingo, 24 de janeiro de 2021

193 - Ilhas paradisíacas (Brasil - Ilha de Marajó) - Turismo

 Economia

Outro destaque da ilha: é o lugar de maior rebanho de búfalos do Brasil, cerca de 600 mil cabeças.

Búfalo no município de Salvaterra - PA

O território do arquipélago do Marajó, com 104 606,90 quilômetros quadrados, é dividido em dezesseis municípios distribuídos em duas regiões geográficas imediatas (Região Geográfica Imediata de Breves e Região Geográfica Imediata de Soure-Salvaterra). As duas regiões formam a Região Geográfica Intermediária de Breves.

Antigamente, também era dividida em dezesseis municípios, que integravam a entidade estatística extinta denominada Mesorregião do Marajó. Esta era dividida em três microrregiões:
Microrregião do Arari: Cachoeira do Arari, Chaves, Muaná, Ponta de Pedras, Salvaterra, Santa Cruz do Arari, Soure.
Microrregião de Furos de Breves: Afuá, Anajás, Breves, Curralinho, São Sebastião da Boa Vista.
Microrregião de Portel: Bagre, Gurupá, Melgaço, Portel.

A ilha do Marajó propriamente dita, com 40 100 quilômetros quadrados, possui 12 sedes de municípios: Santa Cruz do Arari, Afuá, Anajás, Breves, Cachoeira do Arari, Chaves, Curralinho, Muaná, Ponta de Pedras, Salvaterra, São Sebastião da Boa Vista e Soure, que formam as Microrregiões do Arari e do Furo de Breves. Já a microrregião de Portel é formada em boa parte por territórios no continente em si.

sábado, 23 de janeiro de 2021

192 - Ilhas paradisíacas (Brasil - Ilha de Marajó) - Turismo

Ilha do Marajó


No detalhe (azul), a Ilha de Marajó.

Ancestralmente, a ilha era chamada de Marinatambal pelos indígenas (confirmado por Walter Raleigh no século XVI), e na época colonial foi denominada Ilha Grande de Joannes.
A ilha do Marajó, entre os anos de 400 e 1300, era ocupada por cerca de 40 mil habitantes, residentes em casas de chão batido sobre palafitas de terra, em uma sociedade de linhagem materna. Desde a infância, as marajoaras desenvolviam a arte de modelagem da argila, produção da cerâmica marajoara e o cultivo e manejo da mandioca. No início da adolescência, as marajoaras tinham os corpos pintados e usavam uma tanga de cerâmica decorada com traços referentes aos genitais.
Com uma área de aproximadamente 40.100 km², é a maior ilha costeira do Brasil e a maior ilha fluviomarítima do mundo (banhada concomitantemente tanto por águas fluviais quanto por oceânicas), banhada pelo rio Amazonas a oeste e noroeste, pelo oceano Atlântico ao norte e nordeste e pelo rio Pará a leste, sudeste e sul.
A classificação climática dada à região, conforme Köppen, é do tipo Ami, cujo regime pluviométrico anual define uma estação seca, porém com total pluviométrico suficiente para manter este período, não caracterizando a presença de um déficit hídrico na região. A subdivisão climática da região, segundo a classificação bioclimática da Amazônia de Bagnoul e Gaussen, caracteriza-a como sub-região eutermaxérica que compreende um clima equatorial com temperatura média do mês mais frio superior a 20 ºC e temperatura média anual de 26ºC. A precipitação anual é sempre maior que 2 000 milímetros. As estações são inexistentes ou pouco acentuadas. A amplitude térmica é muito fraca e os dias têm a mesma duração das noites. A umidade relativa do ar é alta (> 80%), com ausência total de período seco. Nesta região, predomina o centro de massa de ar equatorial e surgem, também, bolsões de ar na foz do rio Amazonas.


sexta-feira, 22 de janeiro de 2021

191 - Ilhas paradisíacas (Brasil - Ilha Grande) - Turismo

Praia de Abraãozinho

A ilha passou, então, por dificuldades econômicas, já que as poucas lavouras ainda existentes se tornaram de subsistência. Além disso, houve um grande declínio nas atividades da indústria pesqueira nos anos 1980.
Em 1994, o presídio, que era fonte de insegurança para a população local devido às fugas de presos, foi demolido pelo governo fluminense. Após sua implosão, a Universidade do Estado do Rio de Janeiro obteve o direito de cessão da área e das benfeitorias que pertenciam ao presídio, inaugurando, no ano de 1998, o Centro de Estudos Ambientais e Desenvolvimento Sustentável.
Um fato marcante a respeito do presídio Cândido Mendes, situado em Dois Rios, foi a famosa fuga do traficante "Escadinha", realizada no ano de 1986 com o auxílio de um helicóptero. "Escadinha"cumpria pena de 30 anos por tráfico de drogas, mas em 31 de dezembro de 1985, conseguiu escapar do presídio e se isolar na Praia de Coroa Grande. De lá, "Escadinha" foi resgatado de helicóptero por Carlos Gregório (conhecido como "Gordo") que na época era ladrão de carros no Rio de Janeiro. A fuga foi largamente noticiada em vários veículos de informação, tornando-se um fato famoso a respeito da Colônia Penal Cândido Mendes de Ilha Grande.
Desde então, a economia da ilha tomou novo impulso e tem se baseado no turismo, sendo um dos locais mais procurados do estado do Rio de Janeiro para a prática de surfe, mergulho, mountain-bike, montanhismo, camping e trilhas.
No início de 2010, a ilha sofreu com vários deslizamentos consecutivos em razão do grande volume de chuvas.Em 2011 os moradores da ilha uniram-se e não pouparam esforços para fortalecerem a realizações eventos tradicionais neste paraíso, como o Festival de Música e Ecologia da Ilha Grande, o festival de Cultura Japonesa na praia de Bananal.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2021

190 - Ilhas paradisíacas (Brasil - Ilha Grande) - Turismo

Praia na Vila do Abraão

A ilha foi atacada em 15 de dezembro de 1591 pelo Corsário Inglês Thomas Cavendish, que saqueou os viveres e pertences da população local e ateou fogo em suas residências, rumando em seguida para Ilha Bela para organizar seu ataque à Vila de Santos. Sobre essa história foi editado o livro "Piratas no Atlântico Sul" de Ernesto Reis.
A dificuldade em administrar a ilha e em impedir ataques de contrabandistas e corsários forçou a transferência de sua administração da capitania de São Paulo e Minas de Ouro para a capitania Real do Rio de Janeiro em 1726, a pedido do governador Luís Vaía Monteiro. Nesse período, a ilha começou a desenvolver as culturas de cana de açúcar e café, que se estenderiam até a última década do século XIX, intensificando sua colonização, quer com a fundação de fazendas, como também de pequenas vilas, onde os negros trazidos para trabalhar nas lavouras fizeram do lugar uma das principais rotas do tráfico de escravos até a abolição da escravatura.
No ano de 1803, a ilha passou à condição de freguesia, com o nome de Santana da Ilha Grande de Fora, ganhando autonomia jurídica em relação a Angra dos Reis. Em 1863, o imperador Dom Pedro II fez sua primeira visita à ilha Grande, onde comprou a Fazenda do Holandês, local onde seria instalado o Lazareto, instituição que servia de centro de triagem e de quarentena para os passageiros enfermos que chegavam ao Brasil e, posteriormente, um sanatório para doentes de hanseníase. De 1886 a 1903, atendeu a mais de 4 000 embarcações. Serviu de presídio político durante os primeiros anos da república, quando foi criada a colônia agrícola correcional de Dois Rios.
Nos anos 1930, logo após o início do governo de Getúlio Vargas, deu-se a Revolução Constitucionalista de 1932, quando, então, todos os confinados do Lazareto foram transferidos para a colônia de Dois Rios, que passou a ser, em 1940, um presídio com capacidade para aproximadamente mil detentos, sendo, posteriormente, denominado instituto penal Cândi­do Mendes. Esse presídio se tornaria célebre quando da publicação de Memórias do cárcere, de Graciliano Ramos, que para lá foi encaminhado, como preso, durante a ditadura do Estado Novo (1937-1945). Durante o regime militar de 1964, também foram transferidos presos políticos para o instituto, até o final da década de 1970, quando estes foram libertados e o presídio voltou a ter apenas presos comuns.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2021

189 - Ilhas paradisíacas (Brasil - Ilha Grande) - Turismo

Há na Ilha 4 (quatro) unidades de conservação, são elas: Parque Estadual da Ilha Grande e o Marinho do Aventureiro, Reserva Biológica Estadual da Praia do Sul, cujo acesso é somente permitido a pesquisadores e pessoas autorizadas pelo INEA, e APA de Tamoios. As áreas de proteção ambiental visam a garantir a proteção da grande reserva de mata atlântica ainda existente e da vida marinha existente no entorno da ilha.Praia de Lopes Mendes

Inicialmente habitada pelos índios tamoios, que já a chamavam de Ippaun Wasu ("Ilha Grande"), foi avistada pelo navega­dor português Gonçalo Coelho em 6 de janeiro de 1502, dia de Reis - daí o nome da ilha. Ao longo do século XVI, houve diversos combates na região. Nesses combates, os portugueses, aliados aos tupiniquins, enfrentaram os franceses, aliados aos tamoios. Em 1559, a coroa portuguesa resolveu nomear Dom Vicente da Fonseca para administrá-la, o que só ocorreu, de fato, com o fim da guerra com os tamoios, em 1567.

terça-feira, 19 de janeiro de 2021

188 - Ilhas paradisíacas (Brasil - Ilha Grande) - Turismo

Praia do Aventureiro

As atividades econômicas giram em torno da pesca e, principalmente, do turismo. A ilha oferece, atualmente, muitas alternativas turísticas: passeios de barco, praias com águas calmas para mergulho em família, praias destinadas à prática de esportes como o surfe e o mountain-bike, trilhas ecológicas por dentro da mata ao centro da ilha, além de algumas atrações históricas.

segunda-feira, 18 de janeiro de 2021

187 - Ilhas paradisíacas (Brasil - Ilha Grande) - Turismo

Praia da Feiticeira

A principal localidade da ilha é a Vila do Abraão, com, aproximadamente, 3 000 habitantes e que concentra a maior parte da infraestrutura da ilha, como posto de saúde, escola primária, posto dos correios e destacamentos do Corpo de Bombeiros e da Polícia Militar. Um serviço de barcas liga diariamente a Vila do Abraão com Angra dos Reis eMangaratiba, no continente. A vila conta, também, com ampla oferta de pousadas, campings, bares, restaurantes e comércio para turistas. Além desta, existem algumas outras pequenas comunidades espalhadas pela ilha também dotadas de infraestrutura turística, como Praia Grande ,Enseada do Bananal e Praia do Japariz.

domingo, 17 de janeiro de 2021

186 - Ilhas paradisíacas (Brasil - Ilha Grande) - Turismo

 Praia de Dois Rios

A Ilha Grande é o nome de uma ilha do litoral brasileiro no oeste do estado do Rio de Janeiro, do município de Angra dos Reis.

A Ilha Grande é a maior das ilhas do litoral de Angra dos Reis. É uma ilha de 193 km² com relevo acidentado e montanhoso, cujas maiores elevações são o Pico da Pedra D'Água (1 031 metros) e o Pico do Papagaio (982 metros), sendo este último o mais famoso, devido a sua forma pitoresca. As costas da ilha são recortadas por inúmeras penínsulas e enseadas (sacos), formando várias praias. A vegetação é exuberante, formada por mata atlântica, mangue e restinga.

sábado, 16 de janeiro de 2021

185 - Ilhas paradisíacas (Brasil - Ilha Grande) - Turismo

Ilha Grande (Rio de Janeiro) - Um dos destinos mais exuberantes do litoral fluminense, Ilha Grande é a maior das 365 ilhas do município de Angra dos Reis, na região da Costa Verde. Apesar de ser amplamente visitada, a ilha só tem cerca de cinco mil habitantes, e só é acessível por barco. Por isso, suas mais de cem praias permanecem intocadas, e o único meio de circular pela região é de barco, bicicleta ou a pé.




sexta-feira, 15 de janeiro de 2021

184 - Ilhas paradisíacas (Brasil - Fernando de Noronha) - Turismo

Atualmente, a realidade do esporte é diversificada, tanto com competições que promovem esportes tradicionais, como o desenvolvimento de modalidades novas, como Capoeira, Futebol feminino, corridas de Bicicleta, Hidroginástica com idosos, entre outros, sempre estimulando o espírito de congraçamento, de lazer em horas ociosas e estímulo à Saúde.


Vista panorâmica da Praia do Cachorro

quinta-feira, 14 de janeiro de 2021

183 - Ilhas paradisíacas (Brasil - Fernando de Noronha) - Turismo


A chegada dos militares a partir de 1942, tanto para implantar o Território Federal, como para acolher um Destacamento Misto da II Guerra Mundial, deu ao futebol um lugar de destaque, construindo-se precários campos para a prática esportiva e, na década de 70, aprimorando-se esses campos, que existem até hoje. O principal deles é o Estádio Distrital Salviano José de Souza Neto, conhecido como Pianão, antes chamado apenas de Estádio Distrital de Fernando de Noronha, conhecido como Noronhão, tendo a denominação atual em homenagem a esse que foi o mais famoso jogador de futebol noronhense, conhecido como Piano, falecido em um acidente automobilístico no início da década de 2000 com pouco mais de 30 anos de idade. Nesse campo acontecem os "Campeonatos Noronhenses", com times diversos que representam tanto setores do poder público como do setor privado (pousadas, restaurantes, empresas de mergulho, etc). Foram também os militares que construíram uma quadra de esportes na Vila dos Remédios, modificando o espaço urbano colonial que havia, quadra essa usada para vários fins, onde diversos esportes são praticados.

quarta-feira, 13 de janeiro de 2021

182 - Ilhas paradisíacas (Brasil - Fernando de Noronha) - Turismo

Na década de 1920, a chegada de estrangeiros - italianos e franceses - para cooperação técnica, incrementou o uso dos esportes - principalmente o futebol e o voleibol - como oportunidade de confraternização entre esses e a população, na sua maioria carcerária. Ainda assim, pouquíssimos presos tinham oportunidade de jogar.


A prática foi estimulada entre 1938 e 1942, quando implantou-se o Presídio Político da União, perdendo Pernambuco, "a título precário", seu poder sobre a ilha. Os comunistas, integrallistas e aliancistas presos fizeram tudo o que foi possível para passar o tempo, desde ministrar cursos de alfabetização ao ensino de línguas estrangeiras, além de jogos diversos, como Voleibol, Basquete e o Futebol.

terça-feira, 12 de janeiro de 2021

181 - Ilhas paradisíacas (Brasil - Fernando de Noronha) - Turismo

 Fernando de Noronha é, reconhecidamente, um dos melhores lugares do Brasil para a prática do surfe, e suas ondas tubulares e cristalinas atraem surfistas para praias como a Cacimba do Padre, Boldró, Cachorro, entre outras. Além disso, em Fernando de Noronha há a prática de esportes, entre eles o futebol, voleibol, futebol de salão e futebol de areia. Possui competições das quatro categorias, chamada "Copa Noronha", sendo a Copa Noronha de Futebol, Copa Noronha de Voleibol, Copa Noronha de Futsal e Copa Noronha de Futebol de Areia, respectivamente. Há também a Copa Noronha de Futebol Masters, para jogadores com idade acima de 30 anos. Todas as competições são organizadas pelo Conselho de Esportes de Fernando de Noronha, setor esportivo do governo distrital.

O futebol é praticado em Fernando de Noronha desde os tempos do Presídio Comum (que durou pouco mais de duzentos anos), ainda que fosse mais exercitado pelos militares da Força Policial de Pernambuco – responsável pelo comando – do que pelos presidiários, propriamente dito.

segunda-feira, 11 de janeiro de 2021

180 - Ilhas paradisíacas (Brasil - Fernando de Noronha) - Turismo

Embora protegida pela designação de parque nacional, muito do seu ecossistema terrestre está destruído. A maior parte de vegetação original foi cortada na época em que a ilha funcionava como presídio, para tornar mais difícil que prisioneiros fugissem e se escondessem.

Existe também o problema das espécies invasivas, especialmente a linhaça, originalmente introduzida com a intenção de alimentar gado, sendo que, atualmente, a sua disseminação pelo território está fora de controle, ameaçando o que resta da vegetação original. Sem a cobertura das plantas, a ilha não retém água suficiente durante a estação seca, e a vegetação adquire um tom marrom, secando como consequência.

Observa-se também a incoerência da permissão de criação de ovelhas na ilha, ao mesmo tempo em que se pede aos visitantes que preservem a Mata Atlântica insular, em recuperação. Outra espécie invasiva é o lagarto localmente conhecido como teiú, originalmente introduzido para tentar controlar uma infestação de ratos. A ideia não funcionou, uma vez que os ratos são noturnos e o teiú diurno. Atualmente o lagarto passou a ser considerado praga em vez dos ratos.

domingo, 10 de janeiro de 2021

179 - Ilhas paradisíacas (Brasil - Fernando de Noronha) - Turismo

O Parque Nacional Marinho de Fernando de Noronha é uma unidade de conservação de proteção integral administrada pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). Criado em 1988, ocupa a maior parte do arquipélago e possui uma variedade de fauna e flora únicas. Ótimo local para turismo, porém, devido à fiscalização do ICMBio, algumas das ilhas têm a visitação controlada. Boldró é onde está localizado o centro de convenções do Projeto TAMAR/ICMBio. Seu nome foi dado por militares americanos e é originário da expressão em inglês Bold Rock, que significa Pedra Saliente em português.

O clima da ilha é o tropical (do tipo As' na classificação climática de Köppen-Geiger, quente o ano todo, com temperatura média anual de 26 °C e chuvas concentradas entre fevereiro e julho, sendo abril o mês mais chuvoso (290 mm). A amplitude térmica é muito pequena, característica da região da Linha do Equador. Ao longo do ano a temperatura da água do mar varia entre 26 °C e 28 °C. Com mais de 2 900 horas de sol por ano, a umidade do ar é relativamente elevada, com médias mensais entre 70% e 90%.

sábado, 9 de janeiro de 2021

178 - Ilhas paradisíacas (Brasil - Fernando de Noronha) - Turismo

Nuvens carregadas cobrindo o céu de Fernando de Noronha. Os meses mais chuvosos na ilha são março, abril e maio.
O Programa das Nações Unidas para o Ambiente lista 15 possíveis espécies de plantas endêmicas do arquipélago, incluindo espécies dos gêneros:
- Capparis noronhae (duas spécies), 
- Ceratosanthes noronhae (três espécies),
- Cayaponia noronhae (duas espécies), 
- Moriordica noronhae, 
- Cereus noronhae, 
- Palicourea noronhae, 
- Guettarda noronhae, 
- Bumelia noronhae, 
- Physalis noronhae e 
- Ficus noronhae.

As ilhas têm duas aves endêmicas - a cocoruta (Elaenia ridleyana) e o Noronha Vireo (Vireo gracilirostris). Ambas estão presentes na ilha principal; Noronha Vireo também está presente na Ilha Rata. Além disso, há uma corrida endêmica do avoante Zenaida auriculata noronha. Um roedor sigmodontine endêmico, Noronhomys vespuccii, citado por Américo Vespúcio, está extinto. As ilhas têm dois répteis endêmicos, Amphisbaena ridleyi e Trachylepis atlântica.

sexta-feira, 8 de janeiro de 2021

177 - Ilhas paradisíacas (Brasil - Fernando de Noronha) - Turismo

 

As ilhas deste arquipélago são as partes visíveis de uma cadeia de montanhas submersas. Fernando de Noronha é composto por 21 ilhas, ilhotas e rochedos de origem vulcânica, e possui uma área total de 26 km². A ilha principal compreende 91% da área total do arquipélago, com uma área de 17 km2, sendo 10 km de comprimento e 3,5 km de largura no seu ponto máximo. A base dessa enorme formação vulcânica está cerca de 4 000 metros abaixo do nível do mar. O planalto central da ilha principal é chamado de "Quixaba". As ilhas da Rata, Sela Gineta, Cabeluda e São José, juntamente com as ilhotas do Leão e Viúva compõem praticamente todo o restante do arquipélago.

quinta-feira, 7 de janeiro de 2021

176 - Ilhas paradisíacas - Voo 447 Air France (Brasil - Fernando de Noronha) - Turismo

Quando isto ocorreu, a localização provável do avião era a cerca de 100 km do waypoint TASIL, assumindo que o voo decorria conforme planejado. Fontes da Air France anunciaram que as mensagens de falhas nos sistemas começaram a chegar às 2h10min UTC, indicando que o piloto automático tinha sido desativado. Entre as 2h11min UTC e as 2h13min UTC chegaram várias mensagens referentes a falhas na Air Data Inertial Reference Unit (ADIRU) (fornecendo informação de posição e navegação) e no Integrated Standby Instrument System (ISIS) (um sistema secundário que fornece altitude, velocidade, Mach, altitude e velocidade vertical), e às 2h13min UTC foram indicadas falhas no Flight Control Primary Computer (PRIM 1) e no Spoiler Elevator Control (SEC 1), e às 2h14min UTC chegou a última mensagem, um aviso sobre a velocidade vertical de cabine, o que significa que o ar externo penetrou na aeronave, o que pode indicar despressurização ou mesmo que, a essa altura, o A330 já estivesse em queda na localização 3° 34′ 40″ N, 30° 22′ 28″ O.

O voo deveria chegar a Paris às 11h10min CEST, 9h10min UTC. A 2 de junho foi confirmada pelo ministro da defesa brasileiro Nelson Jobim a queda do aparelho, numa área próxima ao arquipélago de São Pedro e São Paulo, cerca de 270 km a sul/sudeste da última localização conhecida da aeronave.

quarta-feira, 6 de janeiro de 2021

175 - Ilhas paradisíacas - Voo 447 Air France (Brasil - Fernando de Noronha) - Turismo

 
O avião deixou a área de cobertura do Centro de Controle Aéreo (ACC) Atlântico à 1h48min UTC. O desaparecimento se deu após a saída da zona de cobertura pelo radar brasileiro e alguns minutos antes da entrada no espaço aéreo senegalês, sob controle do ACC Dakar, o que deveria ter ocorrido às 2h20min GMT. O último contato com o avião foi quatro horas após a partida, às 2h14min UTC, a cerca de 100 km do waypoint TASIL e a cerca de 1228 km de Natal, quando cerca de dez mensagens automáticas ACARS indicaram falhas em vários sistemas elétricos e um possível problema de pressurização,. A troca de mensagens automática durou cerca de quatro minutos. Na altura o avião atravessava uma área com formações meteorológicas pesadas.

terça-feira, 5 de janeiro de 2021

174 - Ilhas paradisíacas - Voo 447 Air France (Brasil - Fernando de Noronha) - Turismo

No dia 31 de maio de 2009, às 19h29min -horário de Brasília, o voo Air France AF 447 partiu do Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro/Galeão - Antonio Carlos Jobim, com destino ao Aeroporto Internacional de Paris-Charles de Gaulle, em Paris. Estavam no voo, além de 12 tripulantes, 216 passageiros, incluindo um bebê e sete crianças. Dos passageiros adultos, 82 eram mulheres e 126 homens. Com duração de 10h34min, o voo deveria pousar em Paris às 11h03min locais — 6h03min no horário de Brasília (9h03 UTC).

Plano do voo AF 447, que se dirigia para nordeste. A linha vermelha mostra a rota real. O tracejado indica a rota planejada a partir da última posição captada pelo radar (tempo em UTC).

O último contato verbal foi à 1h33min UTC de 1 de junho, segunda-feira, ao aproximar-se do waypoint INTOL (1° 21′ 39″ S, 32° 49′ 53″ O), a 565 km da cidade de Natal. A tripulação informou que esperava entrar em 50 minutos no espaço aéreo controlado pelo Senegal, no waypoint TASIL (4° 00′ 18″ N, 29° 59′ 24″ O), e que o avião voava normalmente a uma altitude de 10 670 m (35 000 pés) e a uma velocidade de 840 km/h.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2021

173 - Ilhas paradisíacas (Brasil - Fernando de Noronha) - Turismo

 Em 2001, a UNESCO declarou o arquipélago de Fernando de Noronha e o Atol das Rocas como um Patrimônio Mundial. A organização citou os seguintes motivos para isso:

 a) a importância da ilha como área de alimentação para várias espécies, incluindo atum, peixe agulha, cetáceos, tubarões e tartarugas marinhas;

 b) uma elevada população de golfinhos residentes e

 c) proteção para espécies ameaçadas de extinção, como a tartaruga-de-pente e diversas aves.




domingo, 3 de janeiro de 2021

172 - Ilhas paradisíacas (Brasil - Fernando de Noronha) - Turismo

Hoje a economia de Fernando de Noronha depende do turismo, restrito pelas limitações do seu ecossistema delicado. Além do interesse histórico mencionado anteriormente, o arquipélago tem sido alvo da atenção de vários cientistas dedicados ao estudo de sua flora, fauna, geologia, etc. O local também é considerado uma "entidade" separada pela Century DX club e, por isso, é visitado com bastante frequência por operadores de rádio amador.


Vista panorâmica da Baía dos Porcos

sábado, 2 de janeiro de 2021

171 - Ilhas paradisíacas (Brasil - Fernando de Noronha) - Turismo

 Durante a Segunda Guerra Mundial, um aeroporto foi construído em setembro de 1942 pelas Forças Aéreas do Exército dos Estados Unidos para a rota aérea Natal-Dakar. É então fornecida uma ligação transoceânica entre o Brasil e a África Ocidental Francesa para carga, trânsito das aeronaves e pessoal durante a campanha dos Aliados na África. O Brasil transferiu o aeroporto para a jurisdição da Marinha dos Estados Unidos em 5 de setembro de 1944. Após o fim da guerra, a administração do aeroporto foi transferido de volta para o governo brasileiro. O Aeroporto de Fernando de Noronha é servido por voos diários de Recife e Natal, na costa brasileira.

Em 1988 o governo brasileiro designou cerca de 70% do arquipélago como um parque nacional marítimo, com o objetivo de preservar o meio ambiente terrestre e marítimo. Em 5 de outubro de 1988 o Território Federal foi dissolvido e adicionado ao estado de Pernambuco (exceto o Atol das Rocas, que foi adicionado ao estado do Rio Grande do Norte).


A BR-363 na Vila dos Remédios.


sexta-feira, 1 de janeiro de 2021

Dia Mundial da Paz

O Dia Mundial da Paz é celebrado todos os anos na data de 1º de janeiro, tendo sido uma criação vinculada ao catolicismo. No ano de 1967, o então Papa Paulo VI proclamou uma mensagem na qual foi estabelecida essa data comemorativa, com o objetivo de promover o sentimento da paz pelo mundo, então marcado pela Guerra Fria e pela instabilidade bélica.

É importante não confundir o Dia Mundial da Paz com o Dia Internacional da Paz, esse último estabelecido pela ONU e celebrado no dia 21 de setembro, dia em que a Assembleia Geral da Organização iniciou suas atividades no ano de 1981. Trata-se, portanto, de duas datas distintas em torno de um mesmo tema.

Por ser uma data religiosa vinculada à Igreja Católica, todos os anos o Vaticano realiza uma cerimônia oficial sobre a data, havendo sempre um novo tema para o Dia Mundial da Paz escolhido pelo próprio Papa. No ano de 2018, por exemplo, o tema foi "Migrantes e refugiados: homens e mulheres em busca de paz"; em 2019, por sua vez, o tema escolhido foi "A boa política está ao serviço da paz". O tema de 2020 é "A paz como caminho de esperança: diálogo, reconciliação e conversão ecológica".

É importante, nesse contexto, reiterar que a paz é um conceito muito amplo e polissêmico. No caso do Dia Mundial da Paz, celebra-se não tão somente a busca pela paz relacionada com a quietude e a ausência de conflitos, mas também a paz que mude a realidade de muitas pessoas que sofrem com as desigualdades, a violência, a fome e a miséria. Desse modo, a paz, em alguns sentidos, pode representar uma transformação social que vise à inclusão universal das pessoas.

Bem, no meu modo de ver, celebrar o dia de hoje, como dia da Paz, é buscar o equilíbrio e olhar para o futuro, com esperança e fé, para aqueles que a possuem. Nos acostumamos e precisamos contar o tempo, como parâmetro para fixar marcadores.

Feliz 2021, com esperança de tempos melhores!