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quinta-feira, 11 de julho de 2019

06 - Japão de portas abertas - Trabalho


Com a crise econômica e o alto desemprego no Brasil, cresce o número de brasileiros indo viver no Japão. A maior agência de recrutamento do país, a Itiban, enviava de 150 a 200 braileiros ao mês ao país asiático até 2018. Este ano, já são 300 Foto: Minoru Yasuhara/AP/18-2-1999 / -
Com japonês bem básico, José Gabriel estranhou um pouco o país, particularmente a alimentação, as regras mais rígidas e o trânsito. O Japão adota a mão inglesa.
— Temos hora para ir no banheiro ou tomar água. É só no intervalo ou sob autorização. O inverno e o verão aqui também são bem rigorosos — diz.
Quem pode ir: Brasileiros não descendentes de japoneses podem pleitear visto de trabalho no Japão. É preciso ter entre 18 e 55 anos e já sair do Brasil contratado. Não é permitido levar família e há um prazo fixo de estadia. Filhos e netos de japoneses podem obter visto para toda a família, com opção de permanência.
Condições de trabalho:A hora trabalhada varia de US$ 10 a US$ 14 na maior parte das vagas disponíveis para brasileiros. A carga horária é de cerca de 45 horas semanais (um pouco menos na indústria automobilística). As férias remuneradas são de dez dias, mas podem chegar a 20 com mais tempo de casa.
Para onde vão os brasileiros:A maior parte dos imigrantes do Brasil para o Japão se concentra nas províncias de Aichi, Shizuoka e Mie. Nesses locais, é possível manter a convivência com outras famílias do Brasil e até encontrar mercados com produtos brasileiros, além de centros de apoio à comunidade.
Moradia: Apesar da renda alta, os gastos fixos também são. Um dos principais pesos no bolso dos brasileiros que vivem no Japão é a moradia. Em cidades como Tóquio é possível encontrar opções de aluguel mensal a partir de US$ 300 por pessoa em bairros mais populares.
Filhos: A educação japonesa é de alta qualidade e gratuita. Para quem deseja que os filhos estudem em estabelecimentos com ensino de português, é preciso desembolsar cerca de US$ 400 ao mês, mas essa é uma opção disponível apenas em algumas regiões do país asiático.

quarta-feira, 10 de julho de 2019

05 - Japão de portas abertas - Trabalho

A carência de mão de obra no Japão vem do rápido envelhecimento populacional. A previsão é que a população atual de 127 milhões se reduza para 86,7 milhões em 2060 Foto: Kim Kyung Hoon/Reuters/20-7-2018 / REUTERS
— O maior interesse deles é ter informações básicas de como se comportar. Entender a questão da hierarquia e hábitos do dia a dia. Querem ser aceitos — conta Vanzelli, logo após dar uma palestra em que explicava, entre outros temas, como inclinar o corpo de acordo com cada variação da tradicional saudação japonesa.
Foi a falta de emprego no Brasil que levou, há dois anos, o casal Tatiane Akemi Koseki de Almeida e José Gabriel de Almeida a ir para o Japão. Eles agora trabalham como inspetores de qualidade em uma empresa de automação, em Kyoto. O plano é juntar dinheiro para comprar uma casa no Brasil. Para isso, optaram pelo turno da madrugada — que tem pagamento adicional — e poupam integralmente um dos salários do casal.
— Eu já conhecia um pouco da cultura e falava japonês, então foi mais fácil. Já o trabalho, no começo, foi muito difícil. Nunca tinha trabalhado em fábrica — lembra Tatiane.

terça-feira, 9 de julho de 2019

04 - Japão de portas abertas - Trabalho

O designer Fábio Kenji, de 28 anos, já sabe o que esperar. Aos 13, fez um intercâmbio no Japão. Agora, decidiu voltar para trabalhar. A motivação foi o fim de um contrato de trabalho e o término de um relacionamento de 14 anos:
— Vou para trabalhar em fábrica, mas acredito que, estando lá, outras oportunidades podem surgir. Acho que vou me adaptar, mas quero ficar, no máximo, cinco anos.
Ivelize e Felipe Vicente embarcam com os dois filhos para o Japão. Ele vai trabalhar em uma montadora, em busca de educação gratuita e de qualidade para as crianças.
Etiqueta japonesa: Para melhorar a adaptação dos brasileiros, o centro de apoio ao trabalhador da Bunkyo, associação de cultura japonesa de São Paulo, oferece palestras e cursos para esse público. Um dos professores é José Vanzelli. Ele conta que, diferente dos decasséguis pioneiros da década de 1990, os interessados na imigração hoje não possuem laços tão próximos com a cultura japonesa, mesmo os descendentes.

segunda-feira, 8 de julho de 2019

03 - Japão de portas abertas - Trabalho

O fraco desempenho da economia e o alto desemprego no Brasil contribui para o êxodo rumo a terras japonesas. A Itiban, maior agência de recrutamento para o Japão, enviava de 150 a 200 brasileiros ao mês para o país asiático até o ano passado. Nesse ano, o número cresceu e chega a 300.
— A crise no Brasil e a recuperação mais lenta da economia explicam a maior procura. É diferente do passado. Hoje o brasileiro quer ir com a família e ficar mais tempo — diz Kleber Ariyoshi, diretor da Itiban.
Esses brasileiros vão para trabalhar de dez a doze horas por dia, ganhando entre US$ 10 e US$ 14 a hora, dependendo do ramo de atuação e região da empresa. A maior parte das oportunidades está em montadoras, fabricantes de autopeças, empresas de alimentos e de eletroeletrônicos. É importante falar japonês para também se candidatar a vagas em lojas de conveniência ou até no cuidado de idosos.
O centro de apoio ao trabahador da Bunkyo, associação de cultura japonesa de São Paulo, oferece palestras e cursos para ajudar na adaptação dos brasileiros que estão se preparando para ir trabalhar no país Foto: Edilson Dantas / Agência O Globo
Ariyoshi conta que a cultura, a culinária e o tipo de trabalho — braçal e com longa jornada — são os fatores que mais podem dificultar a adaptação dos brasileiros. Alguns chegam a desistir quando se dão conta do que os espera. O custo de um processo como esse, que inclui visto e passagem, fica entre US$ 2,5 mil e US$ 3,3 mil e é financiado pela empreiteira (empresa no Japão que faz a intermediação com as indústrias). O pagamento, na maior parte dos casos, tem início no segundo mês, dividido em seis vezes por ano.

domingo, 7 de julho de 2019

02 - Japão de portas abertas - Trabalho

As novas regras permitem que esse caminho seja trilhado até por profissionais de baixa qualificação e sem ascendência japonesa. Antes as regras davam preferência a descendentes de segunda e terceira geração (filhos e netos de japoneses). Com a flexibilização, o governo japonês espera emitir 345 mil vistos de trabalho para estrangeiros de várias nacionalidades em cinco anos.
— Estamos seguros sobre essa opção. No Brasil se gasta muito para garantir uma educação de qualidade. Estamos indo para ficar até as crianças se formarem — diz Felipe, que não tinha ligação com o Japão até se casar com a bancária Ivelize, neta de japoneses, que também pretende trabalhar lá após a adaptação dos filhos.
A falta de emprego no Brasil levou o casal Tatiane Akemi Koseki de Almeida e José Gabriel de Almeida para o país asiático em 2017. Eles trabalham em uma empresa de automação, em Kyoto Foto: Arquivo pessoal / Agência O Globo
População em queda: A carência de mão de obra no Japão, cuja população envelhece de forma acelerada, não é novidade, mas se agravou com as obras para as Olimpíadas de Tóquio, em 2020. O país perdeu um milhão de pessoas entre 2010 e 2015. A previsão é que a população atual de 127 milhões se reduza a 86,7 milhões em 2060.
— O problema de falta de mão de obra no Japão é crônico. No longo prazo, precisamos de trabalhadores estrangeiros. A tendência é aumentar o número de brasileiros — diz o cônsul-geral japonês em exercício em São Paulo, Akira Kusunoki, que recomenda aos interessados conhecer bem os hábitos do país, tradicionalmente fechado para estrangeiros, antes de tomar a decisão, o que facilita a adaptação.

sábado, 6 de julho de 2019

01 - Japão de portas abertas - Trabalho

Japão abre as portas para a imigração e atrai brasileiros. Saiba como se candidatar a uma vaga
País asiático quer atrair 345 mil estrangeiros em 5 anos. Alto desempregos no Brasil estimula novos decasséguis a buscar oportunidade.
Renda alta e educação de qualidade gratuita atraíram Ivelize e Felipe para o Japão: família embarca em junho com visto permanente na bagagem Foto: Edilson Dantas / Agência O Globo

O desejo de garantir uma educação melhor para os dois filhos levou o casal Felipe e Ivelize Vicente a trocar o Brasil pelo Japão, para onde embarcam em junho. Designer, Felipe já garantiu o visto de permanência para toda a família. Vai encarar jornadas de trabalho que podem chegar a 45 horas semanais em uma fabricante de autopeças em Oyama, a cem quilômetros de Tóquio. O principal atrativo é o salário, de ao menos US$ 10 por hora, que Felipe espera ser suficiente para sustentar a família, já que não vai gastar nada com a educação de Lucas, de 5 anos, e Daniel, de quase 2.
A família não está sozinha. A busca de trabalho no Japão por parte dos brasileiros voltou a crescer em 2016, mas ganha novo fôlego agora com as novas regras de imigração que o país asiático adotou em abril. No fim de 2018, havia 197 mil brasileiros em cidades japonesas, os chamados decasséguis. É o quinto maior grupo de estrangeiros no país e o primeiro entre os ocidentais. O número ainda está longe do recorde de 317 mil de 2007, mas a tendência é de crescimento.

sexta-feira, 5 de julho de 2019

16 - Superando o término de um relacionamento - Sociedade


VIAJE: não há nada melhor do que viajar para melhorar o humor, parar de pensar em problemas e, claro, conhecer gente nova. "Você sai da rotina, conhece outras culturas e tira um pouco suas amarras. Além disso, conhece pessoas que estão felizes, com um astral bom", diz Maria Cristina Galati. Para a terapeuta Ana Canosa, se você sentir que tem condições afetiva e emocional, vale a pena viajar só, o que é ótimo para conhecer pessoas. Caso esteja inseguro ou com medo de ficar triste durante o passeio, é mais recomendado chamar um amigo ou fazer viagens em grupo. "Vá a lugares onde você sabe que se sentirá bem. Se você fica mais carente quando está frio, por exemplo, vá a um local com calor e praia. Não se coloque em uma armadilha", afirma

quinta-feira, 4 de julho de 2019

15 - Superando o término de um relacionamento - Sociedade


RETOME PROJETOS: quando estamos em um relacionamento, investimos muita energia na relação e é comum que deixemos algo de lado. "Às vezes, a pessoa se acomoda no relacionamento, deixa de se preocupar com ela e até precisa ser chacoalhada para mudar. É o momento de repensar o quanto você investiu nessa relação e aprender a se propiciar prazer e satisfazer seus próprios desejos", afirma a psicóloga Maria Cristina Romualdo Galati

quarta-feira, 3 de julho de 2019

14 - Superando o término de um relacionamento - Sociedade


NÃO BUSQUE OUTRO RELACIONAMENTO IMEDIATAMENTE: a máxima "nada como um novo amor para esquecer o antigo" nem sempre é verdadeira. Segundo os especialistas, uma nova paixão até pode ajudar a passar pelo período da fossa, mas tudo depende do estado de equilíbrio em que você se encontra. "Se você está muito para baixo, muito carente, o risco de se entregar em excesso para alguém que pode não ser legal é maior", diz a psicóloga Ana Canosa. Além disso, segundo ela, há grandes chances de assustar o outro com a sua carência

terça-feira, 2 de julho de 2019

13 - Superando o término de um relacionamento - Sociedade


BUSQUE UMA NOVA ROTINA: o professor Ailton Amélio, do Instituto de Psicologia da USP, diz que é comum que, após o final de um relacionamento, principalmente em casos de separação conjugal, a pessoa confunda solidão com a ilusão de ainda amar o antigo par. Para não cair nesse erro, preencha o tempo que você passava fazendo programas de casal com outras atividades, como cursos ou a prática de um esporte. "Busque distrações, como pegar um cineminha, bater papo com os amigos. É importante programar atividades depois do trabalho, também; atividades que lhe deem prazer e quebrem a rotina", diz a psicóloga Maria Cristina Romualdo Galati

segunda-feira, 1 de julho de 2019

12 - Superando o término de um relacionamento - Sociedade


USE O TRABALHO A SEU FAVOR: para a terapeuta Ana Canosa, se você gosta do que faz, aproveite o período de fossa para se jogar no trabalho e se sentir bem. Mas isso não deve durar por muito tempo. "Depois do período de luto, você tem de ter relações afetivas de novo", diz. De acordo com a psicóloga Maria Cristina Galati, ficar só com a cabeça no trabalho por muito tempo é ruim. "É preciso tomar cuidado para não descuidar do trabalho durante a fossa, mas é saudável ter outras atividades além dele"

domingo, 30 de junho de 2019

11 - Superando o término de um relacionamento - Sociedade


PERCA A VERGONHA DE SAIR SÓ: infelizmente, muitas pessoas acabam se afastando um pouco dos amigos quando se envolvem em uma relação amorosa. Ao fim do relacionamento, é importante tentar se redimir e recuperar contatos para fazer programas de solteiro novamente. Mas não dependa deles para ir a lugares que você gosta. "Deve-se perder a vergonha de sair sozinho. É difícil no começo, mas é questão de hábito. Além disso, costumamos conhecer mais gente assim", afirma a psicóloga Maria Cristina Galati

sábado, 29 de junho de 2019

10 - Superando o término de um relacionamento - Sociedade


RECUPERE A AUTOESTIMA: para a psicóloga Ana Canosa, sentir-se bem consigo mesmo é essencial após o final de um relacionamento. "Arrumar-se, ir à balada e se sentir olhado, desejado, é ótimo para recuperar a autoestima", afirma. Para a psicóloga Maria Cristina Galati, uma boa dica é ir a locais com os quais você se identifica, assim, a paquera vai acontecer entre pessoas com as quais você terá maior afinidade. "Estando em um ambiente onde você se identifica e se sentindo bem consigo mesmo, é impossível não despertar interesse nos outros", afirma.

sexta-feira, 28 de junho de 2019

09 - Superando o término de um relacionamento - Sociedade


PARE COM AS IDEALIZAÇÕES: segundo o especialista em relacionamentos amorosos Ailton Amélio, professor da USP, para conseguir se "desapaixonar", o primeiro passo é parar de idealizar o "ex". Para diminuir a admiração que você sente, o especialista acredita que é importante questionar se todas aquelas qualidades que você tanto admirava são verdadeiras e passar a dedicar mais tempo para pensar nos defeitos que a pessoa tem. Outra atitude importante é associar cada lembrança boa a uma ruim, obrigando-se a pensar em situações nas quais seu antigo par tenha se comportado de forma desagradável

quinta-feira, 27 de junho de 2019

08 - Superando o término de um relacionamento - Sociedade


PARE DE ENTRAR NO FACEBOOK DELE OU DELA: não ter notícias do outro também é importante para conseguir superar a fossa. E, para os especialistas, ficar xeretando a vida do antigo par nas redes sociais é só mais uma forma de tortura. "Ver foto com o 'ex' abraçando outra pessoa vai te fazer pensar que pode ser que ele já esteja em um novo relacionamento. Isso é perda de tempo", diz a psicóloga Maria Cristina Romualdo Galati.

quarta-feira, 26 de junho de 2019

07 - Superando o término de um relacionamento - Sociedade


16: EVITE O CONTATO: para o psicólogo Ailton Amélio da Silva, doutor em psicologia e professor do Instituto de Psicologia da USP (Universidade de São Paulo), é preciso evitar o contato com o "ex", principalmente se o término foi de um casamento. "É bom evitar por um tempo, até ver se você realmente tem base para conviver com o 'ex' sem causar barracos ou problemas para terceiros" afirma. Para ele, mesmo o relacionamento com a família do "ex" deve ser evitado. "Geralmente, não dá para continuar a frequentar a casa, é um constrangimento. É preciso deixar o espaço para o outro, também", afirma. A psicóloga Ana Canosa também acredita que, quanto mais rápido a pessoa se distanciar do "ex", melhor. "Se vocês tiverem amigos em comum, saia apenas quando o antigo par não estiver junto. Se você explicar, os outros entenderão", afirma.E evite ir a locais que vocês gostavam de frequentar juntos

terça-feira, 25 de junho de 2019

06 - Superando o término de um relacionamento - Sociedade


COLOQUE NUMA CAIXA AS COISAS QUE O OUTRO TE DEU: juntar tudo que o "ex" te deu e guardar em um armário é importante para ajudar a parar de pensar demais no final da relação. Além disso, segundo a psicóloga Ana Canosa, é bom para ganhar um tempo até decidir o que você irá fazer com tudo aquilo (se vai se livrar das memórias ou se prefere guardá-las)

segunda-feira, 24 de junho de 2019

05 - Superando o término de um relacionamento - Sociedade


PARE DE FALAR SOBRE O TÉRMINO: contar a história da relação do começo ao fim tanto para si mesmo quanto para os amigos ajuda a entender e aceitar o término do relacionamento. Desabafar em momentos de raiva, também. Mas por um período. "Você precisa de um tempo para contar essa história, mas precisa saber a hora de parar. Se o tema continuar no cotidiano por muito tempo, você não vai esquecê-lo nunca", afirma a psicóloga Ana Canosa

domingo, 23 de junho de 2019

04 - Superando o término de um relacionamento - Sociedade


SAIBA EXTRAVASAR A RAIVA: em meio a tantas emoções diferentes, certamente uma vai te atingir durante a fossa: a raiva. Segundo a psicóloga Maria Cristina Galati, é preciso arranjar uma válvula de escape para esse sentimento, e não tentar reprimi-lo. "É bom ter um amigo para quem você possa falar mal do 'ex' se quiser e sem medo das consequências. Alguém que não vá colocar mais lenha na fogueira, que saiba ouvir", afirma. Segundo ela, se não tiver alguém disposto a te ouvir, vale socar a almofada

sábado, 22 de junho de 2019

03 - Superando o término de um relacionamento - Sociedade


RESPEITE AS DIFERENTES EMOÇÕES DA FOSSA: para a psicóloga e terapeuta sexual Maria Cristina Romualdo Galati, mestre em Ciências da Saúde pela Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), um rompimento sempre traz muitas emoções diferentes, e o ideal é que a pessoa tente identificá-las para saber como administrá-las. "Se ela está triste e com vontade de chorar, tudo bem ficar em casa, tomar um banho, escutar aquela música de fossa e dormir cedo. Permitir-se viver a tristeza é uma forma saudável de dar vazão a tudo isso", afirma. Mas, segundo a psicóloga Ana Canosa, se você notar que está há muito tempo vivendo esse período de luto do término, vale buscar uma terapia para tentar se reestruturar

sexta-feira, 21 de junho de 2019

02 - Superando o término de um relacionamento - Sociedade


ENTENDA O CAMINHO QUE LEVOU À SEPARAÇÃO: essa é a primeira coisa que deve ser feita ao tentar superar o período de fossa, segundo a psicóloga e terapeuta sexual Ana Canosa, autora de "A Metade da Laranja? Discutindo Amor, Sexo e Relacionamento" (Editora Master Books). Segundo ela, contar a história da relação para si mesmo e para os amigos, pensando como ela foi, do começo ao fim, ajuda a compreender o que aconteceu. "Quando a pessoa não entende por que a relação terminou, ela demora mais para superar. Às vezes, fica o tempo todo pensando no que aconteceu para que o outro tenha mudado tanto e não aceita o rompimento", afirma. Aceitar o fim também significa aceitar a rejeição, caso ela tenha acontecido, e entender que todos estão sujeitos a passar por isso

quinta-feira, 20 de junho de 2019

01 - Superando o término de um relacionamento - Sociedade

Quem nunca enfrentou o momento quando um relacionamento termina? Veja algumas formas de entender e tentar superar, mas só o tempo que consegue...

Dias sem querer sair de casa, lembranças dos bons momentos que vocês viveram juntos e aquela vontade de chorar que não passa. Quem nunca passou um bom tempo sofrendo pelo fim de um relacionamento? Embora a fossa seja um período natural pós-separação, ninguém gosta de gastar tempo e energia se lamentando por um amor perdido. Por isso, veja, a seguir, quais são os 15 passos que você deve seguir para dar a volta por cima.

quarta-feira, 19 de junho de 2019

02 - NASA permitirá viagem de turistas para a Estação Espacial Internacional em 2020 - Turismo

Até o momento, Boeing e SpaceX são responsáveis pelo desenvolvimento de cápsulas para o envio de humanos ao espaço. Essas duas empresas irão lidar com os turistas e os serviços relacionados a eles.
Resultado de imagem para turismo espacial
A NASA continuará usando a ISS para pesquisas e testes em órbita baixa da Terra. E a expectativa é auxiliar o desenvolvimento de tecnologias espaciais da indústria privada, que podem ajudar a NASA na missão de retorno à Lua em 2024 e expandir missões futuras lideradas por essas companhias.
A NASA chegou a proibir qualquer uso comercial da ISS e proibiu que astronautas participassem em pesquisas lucrativas. Porém, a agência não é dona da estação, que foi construída em parceria com a Rússia a partir de 1998. Em 2001, o empresário americano Dennis Tito pagou cerca de US$ 20 milhões por uma viagem de ida e volta à ISS, operada pela Rússia.
A ideia é que a iniciativa abra oportunidades para o uso comercial da ISS e inicie um processo de privatização planejado pelos Estados Unidos. De acordo com uma reportagem do Washington Post do ano passado, cerca de um terço do orçamento de US$ 3 bilhões da NASA é dedicada aos custos operacionais da ISS.

terça-feira, 18 de junho de 2019

01 - NASA permitirá viagem de turistas para a Estação Espacial Internacional em 2020 - Turismo


A NASA planeja permitir viagem de turistas para a Estação Espacial Internacional (ISS, em inglês) a partir de 2020. Será preciso ser podre de rico para viver alguns dias na ISS: a diária custará cerca de US$ 35 mil por noite, fora os custos do lançamento que será custeado por empresas privadas e saem por aproximadamente US$ 50 milhões. A agência espacial americana irá abrir um laboratório na Estação para os chamados astronautas privados e empresas comerciais.
Serão disponibilizados dois lançamentos por ano e os astronautas privados poderão ficar até 30 dias. As pessoas que planejarem fazer a viagem precisarão atender todos os requisitos de saúde e passar por todo o treinamento da agência espacial. Elas iriam em voos espaciais financiados por empresas privadas e com naves americanas. O objetivo é fomentar o desenvolvimento de novos veículos espaciais.

segunda-feira, 17 de junho de 2019

02 - Flores Raras - Ciência

Houve um rro na sequencia;



Flor-cadáver


Nome científico: Amorphophallus titanium

Conhecida por ter a maior inflorescência do mundo, a flor-cadáver é encontrada nas florestas tropicais da Indonésia e pode atingir uma altura de 2 a 3,5 metros. Exala um cheiro único, que é semelhante ao cheiro de carne podre

16 - Flores Raras - Ciência

 
Bico-de-pomba



Nome científico: Lotus berthelotii

Esta flor é originária das ilhas Canárias. Classificada como extremamente rara desde 1884 é uma flor selvagem que já estaria extinta

domingo, 16 de junho de 2019

15 - Flores Raras - Ciência


Kokia



Nome científico: Kokia cookei

Encontrada apenas no Havaí e muito difícil de se propagar, esta árvore produz flores de cor vermelha alaranjada



sábado, 15 de junho de 2019

14 - Flores Raras - Ciência


Orquídea Rothschild's slipper ou Ouro de Kinabalu


Nome científico: Paphiopedilum rothschildianum

É a orquídea mais cara do mundo e vive no estado selvagem apenas no Parque Nacional Kinabalu, na Malásia. A planta leva cerca de 15 anos para crescer

sexta-feira, 14 de junho de 2019

13 - Flores Raras - Ciência


Cacto-orquídea ou dama da noite



Nome científico: Epiphyllum oxypetalum

Encontrado no Sri Lanka, esta flor floresce uma vez por ano apenas durante a noite e murcha antes do amanhecer



quinta-feira, 13 de junho de 2019

12 - Flores Raras - Ciência


Rosa Juliet



Conhecida como a flor mais cara já desenvolvida: o especialista David Austin gastou R$ 13 milhões e cerca de 15 anos para chegar ao modelo perfeito. Hoje é muito escolhida para enfeitar casamentos

quarta-feira, 12 de junho de 2019

11 - Flores Raras - Ciência


Árvore de Franklin



Nome científico: Franklinia alatamaha

A árvore Franklin produz belas flores brancas com grupos de estames amarelos e dourados no centro. Originária da Geórgia, EUA, está extinta desde o início dos anos 1800



terça-feira, 11 de junho de 2019

10 - Flores Raras - Ciência


Flor Udumbara



Estas pequenas flores brancas não têm um nome científico e não medem mais do que 1 mm de cumprimento. Originária da China e Taiwan, bem como da Coreia do Norte e Coreia do Sul, estas flores são mencionadas nas escrituras budistas e, segundo a crença, florescem apenas uma vez a cada 3.000 anos

segunda-feira, 10 de junho de 2019

09 - Flores Raras - Ciência


Middlemist vermelha



Nome científico: Middlemist camellia

Esta flor é considerada uma das mais raras do mundo. Existem apenas dois exemplos conhecidos: um é encontrado na Nova Zelândia e outro em Chiswick House, em Londres



domingo, 9 de junho de 2019

08 - Flores Raras - Ciência

Gibraltar campion

Nome científico: Silene tomentosa

Esta flor só se encontra em Gibraltar. Ela foi descoberta em 1994 por um alpinista que caminhava sobre as falésias de Gibraltar

sábado, 8 de junho de 2019

07 - Flores Raras - Ciência


Chocolate Cosmos



Nome científico: Cosmos atrosanguineus

É uma flor nativa do México e já está extinta há mais de 100 anos. As flores emitem uma deliciosa fragrância de chocolate



sexta-feira, 7 de junho de 2019

06 - Flores Raras - Ciência


Orquídea fantasma



Nome científico: Epipogium aphyllum

A orquídea fantasma é chamada assim por causa das suas pétalas. Elas são encontradas em Cuba e na Flórida. É uma planta rara porque é basicamente impossível de se propagar. Ela não tem folhas, não depende da fotossíntese e não fabrica seus próprios alimentos. Também requer árvores hospedeiras muito específicas para crescer adequadamente -- e as condições precisam ser perfeitas

quinta-feira, 6 de junho de 2019

05 - Flores Raras - Ciência


Trepadeira Jade



Nome científico: Strongylodon macrobotrys

Esta flor rara é encontrada principalmente nas florestas tropicais das Filipinas e em alguns outros locais. É considerada ameaçada devido à destruição do seu habitat. Ela tem cores que variam de azul a verde claro



quarta-feira, 5 de junho de 2019

04 - Flores Raras - Ciência

Orquídea terrestre



Nome científico: Cypripedium calceolus

Caracterizada como flor 'chinelo'. Ela é mais comom no norte da Inglaterra. Os esforços para proteger estas flores, que são quase extintas, são tão intensos que a localização exata das flores é um segredo e elas têm estado sob proteção policial há décadas


terça-feira, 4 de junho de 2019

03 - Flores Raras - Ciência

Flor-cadáver Raflésia


Nome científico: Rafflesia arnoldii

Outra flor-cadáver, esta é encontrada nas florestas tropicais da Indonésia. Ela produz um odor quase idêntico à de sua 'prima'

segunda-feira, 3 de junho de 2019

01 - Flores Raras - Ciência

Conheça as flores mais raras da Terra


Lírio (Lírio do fogo, glória do Lírio)



Nome científico: Lilium

Com origem na Ásia e na África Austral, estas flores são bonitas e originais. No entanto, deve-se ter cuidado, uma vez que elas são venenosas


domingo, 2 de junho de 2019

11 - Anúncios 'Sexistas" do passado - Sociedade

10.

Crédito: Reprodução

"Minha mãe sempre me disse para usar calcinhas bonitas para o caso de ser atropelada por um carro". Propaganda de roupas íntimas da marca Eiderlon - a ideia é que, se a menina tiver suas roupas rasgadas num desastre, for encaminhada para o hospital e vista por outras pessoas, que ainda tenha uma boa aparência.

sábado, 1 de junho de 2019

10 - Anúncios 'Sexistas" do passado - Sociedade

9.

Crédito: Reprodução

"Ela era a esposa perfeita, exceto por um desleixo. (...) Era descuidada com a sua higiene íntima. E o seu marido trocaria com prazer todas as virtudes dela para corrigir essa falha."

sexta-feira, 31 de maio de 2019

09 - Anúncios 'Sexistas" do passado - Sociedade

8.

Crédito: Reprodução

"Se homens odeiam olhar para você _leia isto_. Milhares de garotas magrelas ganham de 5 a 10 kg - rápido!". Durante a Grande Depressão, magreza virou sinal de miséria, e ser magra saiu de moda. Produtos à base de leveduras garantiam ganho de peso para ter o novo corpo ideal.

quinta-feira, 30 de maio de 2019

08 - Anúncios 'Sexistas" do passado - Sociedade

7.

Crédito: Reprodução

"Cabelo bonito, olhos bonitos, dentes bonitos... MAS esses charmes são desperdiçados se ela usa o desodorante errado."

quarta-feira, 29 de maio de 2019

07 - Anúncios 'Sexistas" do passado - Sociedade

6.

Crédito: Reprodução

"Que pessoa azeda com a qual me casei! Correção... Ele é um doce!" Como o sabonete íntimo Lysol salvou o casamento de Jane.

terça-feira, 28 de maio de 2019

06 - Anúncios 'Sexistas" do passado - Sociedade

5.

Crédito: Reprodução

"Sofri por cólicas menstruais". A propaganda do Feminicin, remédio contra cólicas, dá voz ao marido para falar sobre a questão: "Sinto pena de qualquer mulher que sofra de cólicas menstruais. Mas também sinto pena por seu marido", diz o anúncio.

segunda-feira, 27 de maio de 2019

05 - Anúncios 'Sexistas" do passado - Sociedade

4.

Crédito: Reprodução

"CASPA! Ela está prestes a perder seu copiloto. Com o Head & Shoulders, poderia tê-lo mantido."

domingo, 26 de maio de 2019

04 - Anúncios 'Sexistas" do passado - Sociedade

3.

Crédito: Reprodução

"Ela era uma garota de um só encontro". Propaganda do cereal All-Bran da Kellongg's para combater a constipação, que, segundo a marca, podia acabar com as chances de uma garota chegar ao segundo encontro.

sábado, 25 de maio de 2019

03 - Anúncios 'Sexistas" do passado - Sociedade

2.

Crédito: Reprodução

"Ele não me beija mais". Segundo o anúncio, trocar batom comum e gorduroso por um da marca Tangee é a solução.

sexta-feira, 24 de maio de 2019

02 - Anúncios 'Sexistas" do passado - Sociedade

Certo anúncio resume a ideia geral: era preciso viver como se estivesse num concurso de beleza. Todos os dias.

1.

Crédito: Reprodução

"Apresentando as perdedoras." Propaganda sobre as candidatas à aeromoça recusadas pela companhia aérea Eastern por não se encaixarem no modelo de perfeição extrema exigido pela empresa.