Meu olhar, uma forma de avaliar as notícias, não apenas como elas são fornecidas. Um pouco sobre quase tudo, buscando respeitar e não polemizar muito.
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domingo, 21 de março de 2021
248 - Ilhas paradisíacas (Brasil - Ilha Grande) - Turismo
Desde então, a economia da ilha tomou novo impulso e tem se baseado no turismo, sendo um dos locais mais procurados do estado do Rio de Janeiro para a prática de surfe, mergulho, mountain-bike, montanhismo, camping e trilhas.
sábado, 20 de março de 2021
247 - Ilhas paradisíacas (Brasil - Ilha Grande) - Turismo

Com a desativação do Presídio da Ilha Grande, inicia-se o desenvolvimento do turismo, que permanece até então.A ilha passou, então, por dificuldades econômicas, já que as poucas lavouras ainda existentes se tornaram de subsistência. Além disso, houve um grande declínio nas atividades da indústria pesqueira nos anos 1980.
sexta-feira, 19 de março de 2021
246 - Ilhas paradisíacas (Brasil - Ilha Grande) - Turismo
Durante o regime militar de 1964, também foram transferidos presos políticos para o instituto, até o final da década de 1970, quando estes foram libertados e o presídio voltou a ter apenas presos comuns. A convivência dos presos políticos do regime militar com os presos comuns, dentro dos muros do presídio, é atribuída a origem do chamado "crime organizado", pontuando com acontecimentos marcantes, tais como, fugas de helicóptero e outros, com ampla cobertura da mídia nacional e internacional.
A atividade pesqueira veio substituir a agricultura decadente, no início da década de 30 do século XX, com a salga de peixe. Na década de 50, a pesca chega ao auge, quando chega a vinte o número de "fábricas de sardinha" instaladas na Ilha Grande
No ano de 1994, o Governo do Estado do Rio de Janeiro, através do Governador Leonel Brizola, faz a demolição da maior parte das dependências do presídio. Com a decadência da agricultura, inicia-se a regeneração de capoeiras nas áreas abandonadas e etapas superiores de sucessão vegetal.
quinta-feira, 18 de março de 2021
245 - Ilhas paradisíacas (Brasil - Ilha Grande) - Turismo
No século XIX, D. Pedro II visitou a Ilha Grande. Ele ficou encantado pela sua beleza e tranquilidade e resolveu adquirir a Fazenda do Holandês (hoje, Vila do Abraão) e a de Dois Rios. Na Fazenda do Holandês foi construído o Lazareto, que serviu de centro de triagem e quarentena para os passageiros enfermos que chegavam ao Brasil (mais especificamente nos casos de cólera) chegando a atender mais de quatro mil embarcações durante seus 28 anos de funcionamento.

A água para abastecer o Lazareto foi desviada do Córrego do Abraão, sendo para tanto construída uma barragem e o Aqueduto, um dos monumentos de maior importância histórica da Ilha Grande. Existe, ainda hoje, perto da barragem, o banco de pedra, denominado "Banco de D. Pedro", utilizado pelo Imperador para descanso.
quarta-feira, 17 de março de 2021
244 - Ilhas paradisíacas (Brasil - Ilha Grande) - Turismo
A ilha foi atacada em 15 de dezembro de 1591 pelo corsário inglês Thomas Cavendish, que saqueou os viveres e pertences da população local e ateou fogo em suas residências, rumando em seguida para Ilha Bela para organizar seu ataque à Vila de Santos.
Parque Estadual da Ilha Grande
A dificuldade em administrar a ilha e em impedir ataques de contrabandistas e corsários forçou a transferência de sua administração da capitania de São Paulo e Minas de Ouro para a capitania Real do Rio de Janeiro em 1726, a pedido do governador Luís Vaía Monteiro. Nesse período, a ilha começou a desenvolver as culturas de cana de açúcar e café, que se estenderiam até a última década do século XIX, intensificando sua colonização, quer com a fundação de fazendas, como também de pequenas vilas. Como a mão-de-obra trazida para o local era composta mormente por africanos escravizados, esta tornou-se uma das principais rotas de tráfico escravista dos períodos colonial e imperial do Brasil.
No ano de 1803, a ilha passou à condição de freguesia, com o nome de Santana da Ilha Grande de Fora, ganhando autonomia jurídica em relação a Angra dos Reis. Em 1863, o imperador Dom Pedro II fez sua primeira visita à ilha Grande, onde comprou a Fazenda do Holandês, local onde seria instalado o Lazareto, instituição que servia de centro de triagem e de quarentena para os passageiros enfermos que chegavam ao Brasil e, posteriormente, um sanatório para doentes de hanseníase.
terça-feira, 16 de março de 2021
243 - Ilhas paradisíacas (Brasil - Ilha Grande) - Turismo
Inicialmente habitada pelos índios tamoios, que já a chamavam de Ippaun Wasu ("Ilha Grande"), foi avistada pelo navegador português Gonçalo Coelho em 6 de janeiro de 1502, dia de Reis - daí o nome da ilha. Ao longo do século XVI, houve diversos combates na região. Nesses combates, os portugueses, aliados aos tupiniquins, enfrentaram os franceses, aliados aos tamoios. Em 1559, a coroa portuguesa resolveu nomear Dom Vicente da Fonseca para administrá-la, o que só ocorreu, de fato, com o fim da guerra com os tamoios, em 1567.
Em meados do século XVI, começa uma longa e encarniçada guerra de resistência à colonização europeia, a Confederação dos Tamoios (1554 a 1567 - foi a segunda grande luta de resistência social havida na história do mundo, antecedida pela insurreição asteca, em 1520 - tendo sido, no entanto, de proporções e duração muito maiores), contra os invasores portugueses; os Tamoios tiveram ajuda dos franceses ("mair", como os chamavam os Tupinambás), enquanto que os portugueses (chamados de "peró") foram ajudados pelos índios Tupiniquins; bateram-se ao longo do litoral brasileiro numa surpreendente extensão que se alongou do Espírito Santo até São Paulo, tendo sido a região de Angra dos Reis um dos principais redutos da resistência indígena, fato que retardou a sua colonização por mais de meio século.
Praia na Vila do Abraão
segunda-feira, 15 de março de 2021
242 - Ilhas paradisíacas (Brasil - Ilha Grande) - Turismo
Há na Ilha 4 unidades de conservação ambiental: o Parque Estadual da Ilha Grande, o Parque Estadual Marinho do Aventureiro, a Reserva Biológica Estadual da Praia do Sul (cujo acesso é somente permitido a pesquisadores e pessoas autorizadas pelo Instituto Estadual do Ambiente (Inea) e a Área de Proteção Ambiental (APA) de Tamoios. Todas essas áreas visam a garantir a proteção da flora e fauna da grande reserva de mata atlântica existentes na ilha e da vida marinha em seu entorno.
Praia de Lopes Mendes
Ilha Grande já era assim chamada pelos índios Tamoios, que na língua Tupi era Ipaum Guaçu. Ipaum significa Ilha e Guaçu significa Grande. Esse registro deve-se ao aventureiro alemão Hans Staden, que assim o registrou nos mapas publicados em sua obra em 1557. Padre Anchieta, o famoso catequista dos índios brasileiros, também registrou a presença dos Tamoios na Ilha. Segundo Anchieta, eles viviam em aldeias com cerca de seis ocas, totalizando aproximadamente 150 habitantes. Eram valentes guerreiros, ótimos flecheiros, caçadores, pescadores de linha e mergulho e viviam de modo distinto dos outros indígenas do continente, além de terem a sua linguagem também diferente.
domingo, 14 de março de 2021
241 - Ilhas paradisíacas (Brasil - Ilha Grande) - Turismo
Praia do Aventureiro
As atividades econômicas giram em torno da pesca e, principalmente, do turismo. A ilha oferece, atualmente, muitas alternativas turísticas: passeios de barco, praias com águas calmas para mergulho em família, praias destinadas à prática de esportes como o surfe, trilhas ecológicas por dentro da mata ao centro da ilha, mountain-bike, além de algumas atrações históricas.
sábado, 13 de março de 2021
240 - Ilhas paradisíacas (Brasil - Ilha Grande) - Turismo
sexta-feira, 12 de março de 2021
239 - Ilhas paradisíacas (Brasil - Ilha Grande) - Turismo
Ilha Grande
Ilha Grande é uma ilha localizada no litoral sul do estado do Rio de Janeiro, integrante do município de Angra dos Reis. Seu maior assentamento é a Vila do Abraão. A ilha conta com uma população total de 9.457 pessoas, segundo dados do IBGE.
Os nativos da Ilha Grande são chamados badjecos, caiçaras ou ilhéus.
quinta-feira, 11 de março de 2021
238 - Ilhas paradisíacas (Brasil - Ilhabela) - Turismo
Ilhas, ilhotes e lajes
Imagem de satélite do arquipélago. Da esquerda para a direita: Ilha de São Sebastião, Ilha de Búzios e Ilha de Vitória. São Sebastião pode ser vista na parte esquerda da imagem.
Ilhas: Ilha de Búzios, Sumítica, Pescadores, Serraria, Cabras, Castelhanos e Ilha de Vitória.
Ilhotes: Lagoa, Figueira, Anchovas, das Cabras, das Calhetas.
Lajes: Da Garoupa e do Carvão.
Parcel: Itapeirica.
Pontos mais altos
Pico de São Sebastião 1.378 metros
Morro do Papagaio 1.302 metros
Pico da Serraria 1.285 metros
Pico do Ramalho 1.205 metros
Pico do Baepi 1.048 metros
O principal acesso a Ilhabela, para quem vem de São Paulo ou do Vale do Paraíba, é feito pela Rodovia dos Tamoios que liga São José dos Campos a Caraguatatuba. Ao chegar a Caraguá, continua-se pela Rodovia Manuel Hipólito Rego, a SP-55, sentido Sul até São Sebastião. É possível vir também pela Rio-Santos. A ligação entre São Sebastião e Ilhabela é feita pela Travessia São Sebastião-Ilhabela de balsas, operada pela Dersa. O percurso dura em média 15 minutos.
quarta-feira, 10 de março de 2021
237 - Ilhas paradisíacas (Brasil - Ilhabela) - Turismo
Ilhabela é um dos destinos mais visitados no litoral paulista
Uma pesquisa realizada em novembro de 2014 mostrou que 66% da população local era favorável ao controle de acesso de visitantes à ilha.
O município foi homenageado no Carnaval de São Paulo em 2016 por meio da escola de samba Unidos de Vila Maria, com o enredo "A Vila mais famosa é a mais bela, Ilha bela da fantasia".
Praias
A ilha possui 36 km de praias.
da Armação
Barra Velha
do Barreiros
do Bonete
dos Castelhanos
da Caveira
do Curral
Enchovas
Engenho d'Água
da Feiticeira
da Figueira
da Fome
do Gato
Grande
da Guanxuma
Indaiaúba
Itaguaçu
Itaquanduba
do Jabaquara
do Julião
Mansa
da Pacuíba
Pedra do Sino
Perequê
do Pinto
Ponta Azeda
Ponta da Cabeçuda
Ponta do Pequeá
do Portinho
de Santa Teresa
da Serraria
da Siriúba
do Veloso
Vermelha
do Viana
da Vila
Outros pontos da ilha
Vila
Ponta da Sepituba (Mergulho e Pesca)
Frades (Mergulho)
Ponta da Sela (Mergulho e Pesca)
Barra Velha
Baía dos Castelhanos
Cachoeiras
Ilhabela possui atualmente 360 cachoeiras registradas. Mas as quedas d´água que podem ser aproveitadas para banho somam cerca de 30. Estas são apenas as principais cachoeiras da ilha:
Cachoeira do Paquetá
Cachoeira Três Tombos
Cachoeira da Friagem
Cachoeira do Couro do Boi
Cachoeira Bananal
Cachoeira da Toca
Cachoeira Água Branca
Cachoeira da Lage Preta
Cachoeira do Gato
Cachoeira Pancada d'Água
Cachoeira do Veloso
Cachoeira do Areado
Cachoeira da Lage
terça-feira, 9 de março de 2021
236 - Ilhas paradisíacas (Brasil - Ilhabela) - Turismo
A economia do município baseia-se no turismo, no comércio e na construção civil, com a pesca, o artesanato e o funcionalismo público ocupando posições secundárias em termos econômicos. Em 2016, a cidade ficou entre os dez municípios brasileiros com o melhor Índice FIRJAN de Gestão Fiscal.
O turismo é a principal fonte de renda do município
segunda-feira, 8 de março de 2021
235 - Ilhas paradisíacas (Brasil - Ilhabela) - Turismo
A ocupação urbana é vista como potencial ameaça à preservação das espécies locais. Estruturas como a Estrada de Castelhanos, que provê acesso veicular terrestre à Praia de Castelhanos, preocupam especialistas, que recomendam cautela ao permitir o trânsito de visitantes.
Um estudo da Fundação Florestal de 2015 apontou que a qualidade da água do município, embora boa em geral por conta da densa vegetação, pode ser afetada pelo turismo intenso e pela presença de comunidades caiçaras carentes de serviços de saneamento básico.Chuva caindo em Ilhabela (vista de São Sebastião)
O clima é tropical litorâneo úmido ou tropical atlântico, classificado como Aw. Possui um clima quente e úmido, com temperatura média anual de 23 °C e precipitação de 1 646 mm/ano, mais concentrados nos meses de verão. O mês mais quente é fevereiro, com temperatura máxima de 30 °C e o mais frio é julho com mínima de 15 °C. No entanto, devido às diferenças altimétricas, é possível a ocorrência de diferentes climas em Ilhabela, como o tropical de altitude ou mesmo subtropical nas áreas montanhosas e nos picos. Áreas muito elevadas (acima de 1.000 m) tendem a apresentar temperaturas bastante inferiores às da parte que fica ao nível do mar.
Uma característica distinta do clima de Ilhabela é a diferença da umidade relativa do ar entre as duas faces da ilha. As altas montanhas que formam o território do município funcionam como uma barreira para as nuvens, forçando-as a se elevarem e propiciando condensação do vapor d'água e a ocorrência de chuva orográfica.
domingo, 7 de março de 2021
234 - Ilhas paradisíacas (Brasil - Ilhabela) - Turismo
Há alguns registros históricos sugerindo a presença de onças-pintadas na ilha. O primeiro data de 1562, quando José de Anchieta escreveu em carta para o Rei Sebastião de Portugal que a ilha era desabitada, porém continha "muitos tigres" (os exploradores portugueses conheciam mais os animais da África e da Ásia, que usavam como parâmetro). Outro registro data de 1877, quando a população local matou a última onça da qual se tem notícia na ilha, tendo ela vindo a nado do continente. Por fim, sabe-se que, em 1912, a Comissão Geográfica e Geológica de São Paulo registrou um local com o nome "Pedra da Onça".
sábado, 6 de março de 2021
233 - Ilhas paradisíacas (Brasil - Ilhabela) - Turismo
Um levantamento de 2015 da Fundação Florestal listou 1569 espécies de flora na área do Parque Estadual.
O município é lar de espécies endêmicas como o rato cururuá, as serpentes Siphonops insulanus e Liotyphlops caissara e os lagartos teiú e teiú de Búzios (Tupinambis merianae sebastiani e Tupinambis merianae buzionensis, respectivamente; esta última endêmica da Ilha de Búzios), sendo ponto de avistamento também de 66 espécies de aves distribuídas estritamente na mata atlântica, sendo cinco consideradas globalmente ameaçadas de extinção em 2015.
sexta-feira, 5 de março de 2021
232 - Ilhas paradisíacas (Brasil - Ilhabela) - Turismo
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A ilha possui duas faces distintas: a face voltada para o continente é a mais urbanizada e populosa cujas praias são mais calmas, badaladas e poluídas. Já a face voltada para o oceano aberto é pouco habitada, sendo que a maioria dos habitantes dessa face está na Praia de Castelhanos, a única praia do lado oceânico acessível de carro (embora só jipes possam fazer o trajeto até o local). Como as praias dessa face estão todas voltadas para o oceano, possuem ondas mais fortes que atraem surfistas.
quinta-feira, 4 de março de 2021
231 - Ilhas paradisíacas (Brasil - Ilhabela) - Turismo
Extremo sul da Ilhabela, visto de São Sebastião.
A Ilha de São Sebastião - onde fica a área urbana do município - está localizada defronte aos municípios de São Sebastião a noroeste e Caraguatatuba a norte. Com 337,5 km², a Ilha de São Sebastião é a segunda maior ilha marítima do Brasil, superada apenas pela de Santa Catarina, que abriga a maior parte do município de Florianópolis, a capital de Santa Catarina. Em sua orla – com cerca de 130 quilômetros extensão – o relevo desenha reentrâncias e mergulhos, com 45 praias principais e outra dezena de pequeninas praias situadas, irregularmente, ao pé das escarpas.
quarta-feira, 3 de março de 2021
230 - Ilhas paradisíacas (Brasil - Ilhabela) - Turismo
Ilha de Búzios (esquerda) e Vitória (direita).
A formação geológica em Ilhabela é rica e nos diz muito sobre o passado do nosso planeta. Sua peculiaridade ajuda pesquisadores a compreenderem o período do supercontinente Gondwana.
O município arquipélago de Ilhabela possui um território de 348,3 km² (IBGE) e suas principais ilhas são, pela ordem em termos de área, a de São Sebastião (33737 ha), a dos Búzios (739 ha), a da Vitória (219 ha) e a dos Pescadores (20 ha) - todas habitadas. Fazem parte ainda do arquipélago diversas ilhas e ilhotes.
As Ilhas da Vitória, dos Pescadores e dos Búzios ficam a 38, 37 e 24 km do continente, respectivamente. As ilhas de Búzios e Vitória ficam, respectivamente, a 28 e 40 quilômetros de Ilhabela. Canoas são as únicas embarcações capazes de atracar no píer precário. Ambas possuem resquícios de cemitérios indígenas pré-históricos. Os habitantes plantam e criam a própria comida, embora a quantidade de peixes esteja diminuindo, mas a Ilha de Búzios possui dois mercados. Falta água potável e os habitantes urinam e defecam na vegetação.
terça-feira, 2 de março de 2021
229 - Ilhas paradisíacas (Brasil - Ilhabela) - Turismo
Em fevereiro de 2016, a prefeitura de Ilhabela anunciou um investimento de R$ 12 milhões para criar um sistema de esgoto na região sul da cidade. Na época do anúncio, o município era o pior de todo o litoral de São Paulo no quesito "tratamento sanitário" segundo avaliação da Secretaria Estadual do Meio Ambiente - 35% do esgoto da cidade é coletado, pré-condicionado e lançado ao mar, segundo o órgão, enquanto que a prefeitura aponta 61% de cobertura de rede de esgoto.
segunda-feira, 1 de março de 2021
228 - Ilhas paradisíacas (Brasil - Ilhabela) - Turismo
A partir dos anos 1930, a vila sofreu as consequências da crise mundial consolidada no período, somada à revolução constitucionalista e o consequente bloqueio marítimo imposto a São Paulo. Os imigrantes japoneses deixaram o local, levando muitos pescadores e tripulantes ao desemprego. De 1933 a 1938, os peixes em volta da ilha sumiram repentinamente, aumentando a miséria deles. Conforme o interior do estado era desbravado com a construção de novas estradas e ferrovias, boa parte da população migrou para lá em busca de melhores oportunidades. Esse êxodo propiciou uma tendência de recuperação da mata nativa.
Em 21 de maio de 1934, o governo paulista realizou, em meio à grave crise econômica pela qual atravessava o país, uma reestruturação na divisão territorial do Estado, quando extinguiu 18 pequenos municípios, entre eles o de Vila Bela da Princesa (cujo nome já havia mudado para Vila Bela), que voltou a integrar o território da Vila de São Sebastião. A extinção do município foi revogada em 5 de dezembro de 1934. Por imposição do governo de Getúlio Vargas que baixou o decreto federal nº 2140, o nome de Vila Bela mudou, a partir de 1 de janeiro de 1939, para Formosa. Inconformados, os moradores iniciaram um movimento popular contra o novo nome até que, em 30 de novembro de 1944, o governo estadual baixou o decreto nº 14334, mudando o nome do município, a partir de 1 de janeiro de 1945, para Ilhabela.

As terras locais foram vendidos a preços desvalorizados e, a partir dos anos 1960, o turismo surge como alternativa para a retomada econômica da ilha. A infraestrutura local foi melhorada e a ilha passou a ser vendida como "símbolo da aventura, do prazer e da natureza selvagem".
domingo, 28 de fevereiro de 2021
227 - Ilhas paradisíacas (Brasil - Ilhabela) - Turismo
A fabricação dessas embarcações implicava em mais desmatamentos, uma vez que as árvores retas e de grande porte - nomeadamente: ingá, araticum, bocuíba-açú, coabí, guapuruvu, jequitibá, canela-moscada, canela-batalha, pau-d'alho, figueira - eram ideais para as vogas. Além disso, outras árvores tinham de ser derrubadas ao longo do processo de fabricação: algumas para abrir caminho para o transporte da matéria-prima, outras para que seus troncos servissem de "esteiras rolantes" para mover essa matéria-prima, e outras cujas copas acabavam entrelaçadas com as copas das árvores visadas pelos fabricantes. A produção era tão intensa que a vila se tornou o principal centro de confecção de vogas no litoral de São Paulo até o século XX.
Um novo declínio de cultivo se abateu sobre a ilha e foi seguido por um período de estagnação econômica. Na década de 1920, imigrantes japoneses se instalaram na ilha e trouxeram tecnologias internacionais; ao mesmo tempo, a chegada do barco a motor e das redes de cerco alavancaram a pesca na região, antes restrita aos locais onde os métodos tradicionais eram eficazes. Assim, o uso das canoas de voga também se viu gradativamente obsoleto.Ao longo da primeira metade do século, a pesca ajudou a ilha a se tornar uma potência local novamente. O Saco do Sombrio, antes um ancoradouro de navios negreiros e por muito tempo desabitado, virou o maior porto pesqueiro da vila. Abrigava entre 20 e 25 barcos por vez, todos protegidos dos ventos, e reunia de 450 a 500 habitantes. O local atingiu tal importância que, em 1944, foi elevado à condição de distrito (com o nome Paranabi), juntamente às ilhas de Búzios, Vitória e dos Pescadores. Fora a pesca, ganharam força também o artesanato e a coleta de algas marinhas - esta última ensinada pelos japoneses e chegando ao seu ápice entre 1925 e 1932.
Declínio econômico e retomada com o turismo
sábado, 27 de fevereiro de 2021
226 - Ilhas paradisíacas (Brasil - Ilhabela) - Turismo
Em 1854, a população da ilha era de 10.769 habitantes, concentrados no lado voltado para o continente. Havia 225 fazendas onde 1725 pessoas escravizadas realizavam seus trabalhos forçados; a produção da vila na época era maior que a de qualquer município litorâneo de São Paulo.
A era do café na região chegou ao fim com a abolição da escravatura no Brasil e a economia da ilha passou por um resgate das atividades do engenho, que na época somavam 36 e focavam em aguardente em vez de açúcar. Essa aguardente se destinava principalmente à exportação, em pequenas quantidades, por meio do porto de Santos. A própria população levava sua produção ao porto, usando canoas denominadas "vogas"; o conhecimento para fabricá-las era herança dos índios que antes povoavam a região. A Comissão Geográfica e Geológica de São Paulo deixou o seguinte relato a respeito dessas embarcações:“ São as denominadas 'vogas' com dois mastros e uma tripulação de seis ou mais pessoas, que fazem esta viagem. Carregam até dezoito pipas de aguardente, em décimos ou quintos, e é por este gênero de carregamento, que se avalia sua capacidade. Navegam à vela quando possível, e senão a remos, quando há calmaria ou vento contrário. (...) em geral estas vogas não levam só aguardente, embora constitua o carregamento de maior monta. Frequentemente segue grande quantidade de 'quitandas', e é uma das cousas mais curiosas ver uma destas 'vogas', pronta para partir. Há de tudo a bordo: limões, cocos e outras frutas, cabritos, perus, galinhas, patos, ovos, esteiras e objetos de barro, enfim uma infinidade de produtos diversos, que são vendidos por conta dos donos que os confiaram ao patrão da canoa. Muitas vezes embarcam ainda passageiros, de maneira a tornar-se um verdadeiro enigma como tudo aquilo se arranja em caminho... ”
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2021
225 - Ilhas paradisíacas (Brasil - Ilhabela) - Turismo
No começo do século XIX, a Ilha de São Sebastião contava com cerca de três mil habitantes e seu principal povoado chamava-se Capela de Nossa Senhora D'Ajuda e Bom Sucesso.
Transição do açúcar para o café e liderança econômica
Com importância política, social e econômica cada vez maior, dada a pujança das atividades agrícolas e comerciárias da região, a Ilha de São Sebastião foi alçada por António José da Franca e Horta (que governava São Paulo na época) em 1805 à condição de Vila, com o nome de "Villa Bella da Princesa".
Ao longo do século XIX, as atividades ligadas à cana-de-açúcar entraram em declínio, mas foram substituídas pelo café, a exemplo do que ocorreu no restante do Vale do Paraíba. Na vila, a produção se concentrou na Ponta do Boi, no sul da ilha, num local denominado Fazenda Nossa Senhora das Galhetas, Figueira e Sombrio. O cultivo do café implicava em um desmate ainda maior que o da cana-de-açúcar, e as plantas podiam ser colocadas em altitudes de mais de 500 metros, nas escarpas da ilha principal.
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2021
224 - Ilhas paradisíacas (Brasil - Ilhabela) - Turismo
Com o advento do tráfico negreiro, o canal entre a ilha e o continente passou a ser frequentado por navios negreiros. Conforme relatos da época, alguns africanos escravizados conseguiram fugir e iniciaram os primeiros quilombos da região, em áreas distantes e de mata fechada.
Também por esses tempos, e também por conta da mineração próspera, foi instalada na Ponta das Canavieiras uma armação baleeira, a primeira da Capitania de São Paulo. Acredita-se que ela atendia basicamente a demanda local e os núcleos eram concedidos pela coroa numa sistemática sob a qual o concessionário investia no local e, após 10 anos, toda a infraestrutura ficava para a Fazenda Real.
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2021
223 - Ilhas paradisíacas (Brasil - Ilhabela) - Turismo
A primeira concessão de terras pela coroa portuguesa da qual se sabe algo concretamente aconteceu em 1603 e se estendeu ao longo do século XVII. Na época, o produto mais comum a ser cultivado e depois exportado para a metrópole era a cana-de-açúcar, comum em todo o litoral paulista, e que era plantada nas áreas voltadas para o oceano e até nas ilhas mais afastadas, como Vitória e Búzios. O plantio da cana e a produção de açúcar ganharam fôlego entre os séculos XVII e XVIII e implicaram na derrubada de consideráveis áreas florestais.
terça-feira, 23 de fevereiro de 2021
222 - Ilhas paradisíacas (Brasil - Ilhabela) - Turismo
Segundo escreveu Pedro Taques de Almeida Pais Leme, foi Francisco de Escobar Ortiz senhor de dois engenhos de açúcar, os primeiros na ilha. Devido a sua posição estratégica era muito utilizada para fazer "aguada" ou seja, caravelas e galeões de passagem paravam na ilha para pegar água fresca e viveres.
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2021
221 - Ilhas paradisíacas (Brasil - Ilhabela) - Turismo
Francisco de Escobar Ortiz foi o primeiro morador da Ilha de S. Sebastião e obteve de Pero Lopes de Sousa, donatário da capitania, sete léguas de terra para si e sua nobre geração e de sua mulher Ignez de Oliveira Cotrim, que ambos vieram da capitania do Espírito Santo para a ilha de S. Sebastião. Ignez de Oliveira Cotrim era bisavó do Capitão Bartolomeu Pais de Abreu, de João Leite da Silva Ortiz e de sua neta de mesmo nome Ignez de Oliveira Cotrim casada com Antônio de Faria Sodré irmão do Padre João de Faria Fialho.
domingo, 21 de fevereiro de 2021
220 - Ilhas paradisíacas (Brasil - Ilhabela) - Turismo
Na época, a ilha servia de abrigo e também de entreposto para piratas e corsários originários principalmente da Inglaterra, da França e da Holanda, que visitavam Ilhabela para colher lenha, alimentos e água. Foram responsáveis por diversos ataques a embarcações e povoados portugueses (mais precisamente Santos, São Vicente e Bertioga), o que levou a coroa portuguesa a perder grandes quantidades de ouro e outras pedras preciosas até o século XVII. Essas movimentações pela região deram origem a lendas de tesouros escondidos pelo território da ilha.
sábado, 20 de fevereiro de 2021
219 - Ilhas paradisíacas (Brasil - Ilhabela) - Turismo
Em 20 de janeiro de 1502 a primeira expedição exploradora enviada ao Brasil pelos portugueses, comandada pelo navegador português Gonçalo Coelho e trazendo a bordo o cosmógrafo italiano Américo Vespúcio, encontrou uma grande ilha que, segundo o aventureiro alemão Hans Staden, era chamada pelos tupis de Maembipe ("lugar de troca de mercadorias e resgate de prisioneiros"). Essa ilha, assim como fora feito em outros acidentes geográficos importantes, foi batizada pelos membros da expedição com o nome do santo do dia, São Sebastião. Também se diz que era chamada pelos indígenas por Ciribaí (lugar tranquilo).
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2021
218 - Ilhas paradisíacas (Brasil - Ilhabela) - Turismo
Antes da colonização pelos portugueses, essas tribos foram substituídas por povos tupis-guaranis e jês, que tinham conhecimentos de cerâmica e agricultura e que deixaram o único vestígio de uma aldeia, no chamado "sítio Vianna" na ilha principal (Ilha de São Sebastião). Essas tribos se abrigavam provisoriamente sob rochas durante expedições de caça e exploração das ilhas. Período do Brasil Colônia: cana-de-açúcar, exportação de ouro e ataques piratas.
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2021
217 - Ilhas paradisíacas (Brasil - Ilhabela) - Turismo
Pesquisas arqueológicas realizadas desde o final da década de 1990 mostram que pelo menos quatro das ilhas do arquipélago de Ilhabela foram habitadas muito antes da chegada dos europeus ao Brasil. Mais precisamente, há pelo menos 2000 anos a região era habitada por índios sambaquieiros, e há 700 por índios ceramistas.
Isso foi possível graças à descoberta de sítios arqueológicos pré-coloniais nas ilhas de Vitória, Búzios e dos Pescadores. Os primeiros habitantes do arquipélago foram pescadores e coletores que viviam em acampamentos a céu aberto perto de praias e baías. As coleções de conchas, frutos do mar e cerâmicas deixados por eles são os únicos vestígios dos quais arqueólogos dispõem para estudá-los. Os pesquisadores deduzem que esses habitantes pouco exploravam as matas, provavelmente colhendo apenas frutas e ingredientes para remédios.
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2021
216 - Ilhas paradisíacas (Brasil - Ilhabela) - Turismo
Ilhabela é um dos 15 municípios paulistas considerados estâncias balneárias pelo Estado de São Paulo, por cumprirem determinados pré-requisitos definidos por Lei Estadual. Tal status garante a esses municípios uma verba maior por parte do Estado para a promoção do turismo regional. Também, o município adquire o direito de agregar junto ao seu nome o título de Estância Balneária, termo pelo qual passa a ser designado tanto pelo expediente municipal oficial quanto pelas referências estaduais.
terça-feira, 16 de fevereiro de 2021
215 - Ilhas paradisíacas (Brasil - Ilhabela) - Turismo
Banhado pelo oceano Atlântico, o município está localizado a 212 quilômetros da capital e a 140 quilômetros da divisa com o estado do Rio de Janeiro. Está situada um pouco ao sul do Trópico de Capricórnio, que passa sobre a cidade vizinha de Ubatuba.
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2021
214 - Ilhas paradisíacas (Brasil - Ilhabela) - Turismo
Ilhabela é um dos únicos municípios–arquipélagos marinhos brasileiros e é localizado no litoral norte do estado de São Paulo, microrregião de São Sebastião. A população aferida pelo IBGE no Censo de 2010 era de 28 196 habitantes, e a área é de 346,389 km², resultando numa densidade demográfica de 81,4 hab/km². A população estimada pelo IBGE para 1 de julho 2019 era de 34 970 habitantes, resultando numa densidade estimada de 100,96 hab/km². O município é formado pela sede e pelos distritos de Cambaquara e Paranabi. O arquipélago é composto por 19 ilhas, ilhotes e lajes.
domingo, 14 de fevereiro de 2021
213 - Ilhas paradisíacas (Brasil - Ilha de Santo Amaro) - Turismo

Sabia que Guarujá dispõe do maior aquário de água salgada da América do Sul? Localizado na Praia da Enseada, o aquário Acqua Mundo apresenta mais de 230 espécies da fauna e flora aquática, bem como cerca de 8 mil animais separados em 35 tanques temáticos. O tanque “Oceano” é um dos principais destaques, por permitir que os visitantes interajam com mergulhadores nadando em 800 mil litros de água salgada. Além disso, o aquário ainda oferece oficinas temáticas, palestras, atividades educacionais e acampamento noturno.
sábado, 13 de fevereiro de 2021
212 - Ilhas paradisíacas (Brasil - Ilha de Santo Amaro) - Turismo
Notoriamente, a região conta com uma das edificações mais antigas do país e, simultaneamente, com o último forte a ser construído no Brasil. Trata-se do Forte do Itapema e do Forte dos Andradas, respectivamente. Estima-se que o Forte do Itapema, erguido sobre as rochas próximo ao distrito de Vicente de Carvalho, já existia na metade do século XVI. Enquanto o Forte dos Andradas não foi concluído até 1942.
A construção mais recente é popular por possuir túneis com dezenas de galerias, mas para entrar no local é preciso de autorização prévia do exército local, que ministra visitas pelo espaço. Por outro lado, o Forte do Itapema, assim como a Fortaleza Santo Amaro da Barra Grande e o Forte São Luiz/São Felipe são iguarias históricas abertas a todos os públicos. Locações perfeitas para um passeio (educacional) em família!
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2021
211 - Ilhas paradisíacas (Brasil - Ilha de Santo Amaro) - Turismo
Os dois mirantes estão entre os principais atrativos do Guarujá, permitindo que moradores e visitantes vejam a beleza natural da região do alto em uma visão panorâmica. Neles, o mar continua protagonista, mas de outro ângulo. O Mirante da Caixa d’ Água tem vista para a Praia do Tombo. Agora, quem procura por uma paisagem mais viva, precisa visitar o Mirante do Costão das Tartarugas. A formação rochosa, localizada na Praia da Enseada, permite que se observe tartarugas marinhas, enquanto buscam alimento.
Mesmo aqueles que não se consideram os maiores fãs de aventura podem apreciar o trajeto da Prainha Branca. Reconhecida por muitos como um dos principais atrativos da cidade, trata-se de uma trilha de acesso até uma praia reclusa. Por isso, é local ideal para passar o dia ou até montar acampamento para pernoitar. O caminho é bem tranquilo e com poucas subidas. Normalmente, os visitantes não levam mais de quarenta minutos para percorrer o trajeto./i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2020/z/B/VMRpRHQgGzdw6NAFAAfA/imagem-2.jpg)
O acesso para a Prainha Branca é por uma trilha bem sinalizada e com cerca de 30 minutos de duração.
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2021
210 - Ilhas paradisíacas (Brasil - Ilha de Santo Amaro) - Turismo
Quem procura espaços ainda mais desertos e preservados, podem desfrutar de locais como: Praia do Éden, Praia das Conchas, Praia do Iporanga e Praia de São Pedro. Apesar de serem acessadas por um condomínio particular, a entrada é liberada ao público.
Por outro lado, quem procura mais agito pode encontrar facilmente na Praia da Enseada, a mais extensa do município e uma das mais bem estruturadas, e na Praia das Pitangueiras, uma das mais movimentadas da cidade. O motivo disso? O centro comercial do Guarujá está localizado entre essas bandas./i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2020/B/o/7J2KiASzSxbXt5j2ptBw/imagem-1.jpg)
A Praia do Tombo é a única que possui “bandeira azul”, ou seja, a qualidade é de ótima qualidade, há segurança, acessibilidade e gestão ambiental.
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2021
209 - Ilhas paradisíacas (Brasil - Ilha de Santo Amaro) - Turismo
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Algumas são bem movimentadas, outras mais desertas. De qualquer forma, Guarujá conta com 27 praias no próprio território. Dependendo do que o visitante ou morador procura, há uma opção mais adequada. Por exemplo, a Praia do Guaiúba é ideal para famílias com crianças que buscam fugir a agitação central dos espaços mais populares.
Já a Praia de Pernambuco, conhecida pela bela vegetação, é uma escolha certeira para quem quer desfrutar da natureza, sem renunciar certas comodidades. Enquanto a Praia Sangava e Praia do Perequê são perfeitas para pesca.
Surfistas e esportistas de plantão são mais atraídos pelo mar agitado da Praia do Tombo, palco de campeonatos de surf de nível nacional e local. Mesmo que as águas não sejam recomendadas para banhistas, a orla continua como uma das mais bonitas da cidade e os vários quiosques à beira-mar permitem que a vista seja apreciada, sem que os visitantes tenham que arriscar o bem-estar.
terça-feira, 9 de fevereiro de 2021
208 - Ilhas paradisíacas (Brasil - Ilha de Santo Amaro) - Turismo
Um dos principais pontos de referências da cidade de Guarujá é o Morro do Maluf, entre as praias das Pitangueiras e da Enseada. Só que não tem nada a ver com a família Estéfano ou com os Maluf. O morro pertencia a Edmundo Maluf, industrial em São Paulo, solteiro, que tinha casa na ladeira do morro e dava festas memoráveis que agitavam os fins de semana de Guarujá. A situação se torna crítica no final da década de 1980 e início de 1990, quando milhões de turistas visitam a ilha todos os verões, provocando o colapso da infraestrutura de Guarujá, com cortes de eletricidade, falta de água e poluição das praias. Extensas áreas do município são ocupadas por favelas, habitadas pelos migrantes em buscas de novas oportunidades e a criminalidade toma corpo. O cenário caótico leva a uma profunda crise no turismo e na economia de Guarujá, que perde turistas e investimentos para o Litoral Norte e até mesmo para outras cidades da Baixada Santista.
A segunda metade da década de 1990 vê uma recuperação progressiva do balneário, com investimentos em saneamento, habitação, infraestrutura e até mesmo efeitos benéficos da divisão do total de turistas com outras regiões, causando menor sobrecarregamento na cidade. Paulatinamente a cidade começa a receber novos investimentos e começa a desenvolver o turismo de negócios e a prestação de serviços, visando a expandir sua base econômica e se tornar menos dependente do turismo sazonal.
Praia da Enseada e Morro da Península (ao fundo).
O município possui relevo característico de planície litorânea. As elevações têm altitude média entre 130 e 160 metros, chegando ao máximo de aproximadamente 300 metros. Sua vegetação predominante é de floresta ombrófila densa, que ocorre na Serra do Mar. Os seguintes rios correm pelo território de Guarujá: Rio de Santo Amaro; Rio do Meio; Rio Icanhema; Rio do Peixe; Rio do Pote; Rio Acaraú; Rio Comprido e Rio dos Patos.
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2021
207 - Ilhas paradisíacas (Brasil - Ilha de Santo Amaro) - Turismo
O Forte dos Andradas, inaugurado em 1942.
Em 1947 as prefeituras sanitárias são extintas e Guarujá torna-se município de pleno direito. O fim dos jogos de azar no governo de Eurico Gaspar Dutra e a construção da via Anchieta, ligando a Baixada Santista a São Paulo modificam a ocupação da ilha. A antiga vila balneária se adensa com a chegada de maiores quantidades de turistas e novos moradores. Edifícios começam a surgir na orla de Pitangueiras e Astúrias e praias até então desertas, como Enseada, Pernambuco e a própria Perequê começam a ser visitadas. Paralelamente, migrantes nordestinos migram para a ilha a procura de emprego, se fixando na região do velho forte de Itapema, dando origem ao distrito de Vicente de Carvalho.
Entre as décadas de 1970 e 1980 Guarujá cresce descontroladamente. Toda a orla da cidade entre a praia do Tombo e Pernambuco é ocupada por diversos loteamentos e edifícios, sem a necessária contraparte de infraestrutura. O Milagre Econômico dos anos 70, a construção da Rodovia Piaçagüera-Guarujá, ligando a ilha diretamente a Via Anchieta e em menor grau as novas rodovias Rio-Santos e Mogi-Bertioga (possibilitando o acesso ao Vale do Paraíba e Litoral Norte) provocam a explosão do turismo e da migração para a ilha. A qualidade ambiental vai caindo, com a poluição das águas, a ocupação de áreas sensíveis como morros e mangues e o número cada vez maior de turistas, moradores e migrantes sobrecarregam Guarujá.
domingo, 7 de fevereiro de 2021
206 - Ilhas paradisíacas (Brasil - Ilha de Santo Amaro) - Turismo
Em 1892, surge a Companhia Prado Chaves, que tem por finalidade a criação de uma vila balneária na praia de Pitangueiras e a exploração do turismo na ilha. Para a vila, são encomendados 46 casas de madeira nos Estados Unidos e um hotel de luxo, contando inclusive com um cassino. O hotel, batizado de La Plage, foi também construído com a mesma madeira com que foram feitas as casas. Além da vila, a Companhia construiu uma linha férrea ligando o estuário de Santos à praia de Pitangueiras, e batizada de Tramway do Guarujá, bem como o primeiro serviço regular de navegação entre Santos e Guarujá.
O empreendimento é inaugurado em 2 de setembro de 1893 e torna-se reduto da classe alta paulistana durante o verão, inclusive com a presença do presidente do Estado e de seus secretários. Esta data é também considerada a de fundação do município, quando Guarujá foi promovida a Vila Balneária.Em 1911, a Companhia é adquirida pelo empresário norte-americano Percival Farquhar, passando a se denominar Companhia Guarujá.. O novo Grand Hôtel de la Plage foi reinaugurado em 1912, tendo sido um marco para o turismo de luxo no Brasil. O sucesso do hotel e a reputação de Guarujá como destino de verão da classe alta paulistana levam a um contínuo desenvolvimento da vila durante a primeira metade do século XX. Neste mesmo hotel, em 1932, morreria o aeronauta e inventor brasileiro Alberto Santos Dumont, onde havia se hospedado após sérios problemas de saúde. Em 1923, a vila foi transformada em distrito de paz e, em 30 de junho de 1926, o distrito tornou-se prefeitura sanitária, separando-se de Santos.
A eletrificação foi inaugurada a 11 de janeiro de 1925. Com a eletrificação da linha, bondes elétricos passaram a circular,junto as locomotivas a vapor. Os equipamentos usados na eletrificação foram fornecidos pela Siemens; as obras foram dirigidas pelo engenheiro Ettore Bertacin, da Casa Siemens de São Paulo e tiveram duração de oito meses. A subestação elétrica principal, que também abastecia o distrito de Itapema, estava localizada "próximo das torres grandes da Companhia Docas de Santos", recebendo a corrente em 40 000 volts e transformado-a a 6 600 volts. A subestação retificadora, que reduzia e retificava a corrente alternada de 6,6 kV para 750 volts a ser usada na linha de contato, situava-se no quilômetro quatro da via férrea, ou seja, próximo à metade de seu percurso, no bairro da Conceiçãozinha. Todo o material rodante era de origem alemã, tendo sido produzido pelas firmas Siemens e M.A.N. - Maschinenfabrik Augusburg Nürnberg. Foram adquiridos dois bondes de 106 HP, numerados #3 e #9, e uma locomotiva elétrica de 106 HP para tracionar trens de carga. Esta máquina, com 18 t de peso, tinha capacidade de tracionar trens de 47 toneladas de carga a uma velocidade de 45 km/h.
Em 1930, esta empresa adquiriu mais dois bondes da M.A.N., numerados cinco e sete e construiu um ramal de três quilômetros até o Sítio Cachoeira para o transporte de carga, com extensão aproximada de 2,5 km. O bonde #3 seria sucateado após um acidente ocorrido na década de 1930. Em 1931, a prefeitura sanitária é extinta, com a reintegração da ilha ao território de Santos e Guarujá volta a ter autonomia apenas em 30 de junho de 1934, no antigo status de "prefeitura sanitária". Com a deterioração da estação férrea original de Guarujá construída em 1893 entre a praia e o Grande Hotel, foi necessário se construir uma nova, e o local escolhido foi outro: o antigo pátio de cargas do bonde, na avenida Leomil, a dois quarteirões da praia. A 30 de junho de 1934 foi criada a Estância Balneária de Guarujá, evento que motivou a realização de melhorias no serviço do Tramway de Guarujá. Decidiu-se então construir uma nova estação e oficinas, localizadas agora na Av. Leomil, a dois quarteirões da praia. Elas foram inauguradas a 21 de dezembro de 1935. Com a inauguração do novo prédio o velho foi desativado e demolido. Os bondes foram transferidos para a Estrada de Ferro Campos do Jordão, na qual são usados até hoje, e uma de suas locomotivas está exposta na avenida Leomil, em Pitangueiras, em Guarujá.
sábado, 6 de fevereiro de 2021
205 - Ilhas paradisíacas (Brasil - Ilha de Santo Amaro) - Turismo
Em 22 de janeiro de 1502, os primeiros europeus pisaram na ilha. André Gonçalves e Américo Vespúcio aportaram na praia de Santa Cruz dos Navegantes, depois seguindo viagem à ilha de São Vicente. A ilha, pantanosa e acidentada, não atrai a atenção dos colonizadores portugueses, que preferem centrar esforços na vizinha ilha de São Vicente, esta mais ampla e salubre e contando com um acesso privilegiado ao Planalto Paulistano, através de trilhas indígenas. Apesar do desinteresse, alguns colonos portugueses acabam se instalando na costa ocidental de Santo Amaro, sobrevivendo de agricultura de subsistência, pesca e reparos de embarcações utilizadas no estuário de Santos.
Em 1543, quando da primeira divisão territorial brasileira, toda a região entre a ilha de Santo Amaro e a barra do rio Juqueririê (futuros municípios de Guarujá, Bertioga e parte de São Sebastião) é concedida a Pero Lopes de Sousa por seu irmão Martim Afonso de Sousa, sob o nome de capitania de Santo Amaro. A capitania, sem recursos naturais de importância e sem ligações com o Planalto, não se desenvolve. As únicas ações visando ocupar o território são a construção dos fortes de São João e São Filipe, destinados a proteção do porto do Santos, uma beneficiadora de óleo de baleia no extremo norte da ilha, na desembocadura do Canal de Bertioga e a ação de alguns grupos de jesuítas para a catequese de índios.O Balneário do Guarujá em 1894.
Durante toda a fase colonial e imperial, a ilha não atrai atenção, sendo povoada apenas por colonos pontuais e por pequenos sítios destinados a esconder escravos contrabandeados da África. No fim do século XIX, o surgimento do turismo, o desenvolvimento da economia paulista e a existência de um acesso ferroviário rápido e fácil entre o litoral e o Planalto Paulista, provocam um novo interesse pela ilha de Santo Amaro.
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2021
204 - Ilhas paradisíacas (Brasil - Ilha de Santo Amaro) - Turismo
A Ilha de Santo Amaro surge em sua atual forma no final da Era Glacial, entre 20 e 123 mil anos, quando o Canal de Bertioga e o Estuário de Santos são abertos com a contínua elevação do nível do Oceano Atlântico e criam a atual ilha, a separando do continente.
Os primeiros habitantes foram os homens dos sambaquis, grupo humano seminômade que habitou o litoral sul/sudeste brasileiro após o final da Era Glacial. Este povo vivia da coleta de moluscos, conchas, mexilhões e demais alimentos marinhos, bem como alimentos vegetais e caça de pequenos animais e peixes. Não conheciam a agricultura e seu único registro conhecido são os montes de restos de conchas espalhados pelo litoral, chamados de sambaquis. Em Guarujá, foram localizados sambaquis nas praias da Ilha do Mar Casado e Pernambuco.
Após a era dos sambaquis, a ilha passa a ser visitada por grupos tupi, que deram o primeiro nome à ilha: Guaibê (lugar de caranguejos) e também Guaru-ya (passagem estreita). Os tupis não habitaram a ilha, permanecendo no entorno da Serra do Mar e no Planalto Paulista, mas utilizavam a ilha para a colheita de sal e pesca.quinta-feira, 4 de fevereiro de 2021
203 - Ilhas paradisíacas (Brasil - Ilha de Santo Amaro) - Turismo
Guarujá é um município brasileiro do estado de São Paulo. Localiza-se na Região Metropolitana da Baixada Santista. A população, segundo a estimativa para 1º de julho de 2015, era de 311 230 habitantes, sendo a terceira mais populosa do litoral paulista, ficando atrás apenas de São Vicente e Santos. Possui uma área de 142,9 km², o que resulta numa densidade demográfica de 2 034 hab/km². Geograficamente, situa-se na Ilha de Santo Amaro, terceira maior ilha do litoral paulista. O município é formado pela sede e pelo distrito de Vicente de Carvalho.
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Fortaleza de Santo Amaro da Barra Grande, construída em 1584.
Guarujá é um dos quinze municípios paulistas considerados estâncias balneárias pelo estado de São Paulo, por cumprirem determinados pré-requisitos definidos por Lei Estadual. Tal status garante a esses municípios uma verba maior por parte do Estado para a promoção do turismo regional. Também, o município adquire o direito de agregar junto a seu nome o título de estância balneária, termo pelo qual passa a ser designado tanto pelo expediente municipal oficial quanto pelas referências estaduais.
"Guarujá" é derivado do termo tupi agûarausá, que designa um tipo de caranguejo, o guaruçá.
Apesar de ser comum empregar o artigo definido antes do nome da cidade, este uso não é correto. Deve-se portanto dizer "Tenho casa em Guarujá" e não "Tenho casa no Guarujá".
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2021
202 - Ilhas paradisíacas (Brasil - Ilha de Santo Amaro) - Turismo
Com uma natureza exuberante espalhada por 27 praias com belezas totalmente diferentes que atraiam os turistas para a região, Guarujá foi reconhecido internacionalmente, na década de 70, com o título de “Pérola do Atlântico”. Atualmente a cidade continua a ser referência nacional na qualidade de suas praias, o desenvolvimento econômico das últimas décadas trouxe grandes investimentos ao setor portuário, náutico, hoteleiro, empresarial, imobiliário e do comércio. Hoje Guarujá é o destino ideal para quem quer desfrutar das belezas naturais e garantir e um passeio com muita diversão e cultura.

A ilha do arvoredo está localizada em frente à praia de Pernambuco, a 1,6 km da costa. Com uma área de 36 mil metros quadrados, a ilha serve de palco para pesquisas ecológicas e científicas. Foi cedida em 1950 pelo Serviço de Patrimônio da União ao engenheiro mecânico Fernando Eduardo Lee para fins científicos. Após a morte do seu idealizador em 1994, a ilha passou a ser administrada pela Universidade de Ribeirão Preto que atualmente está à frente da direção da Fundação que leva o nome do engenheiro. A ilha é auto sustentável, com sistemas de captação de água potável, energia solar e eólica, o acesso à ilha é feito pelo mar e pela phoenix de concreto que está a mais de trinta metros de altura e serve como trava para o guindaste que iça os visitantes através de uma cesta. A visitação ao local é controlada pela fundação.
terça-feira, 2 de fevereiro de 2021
201 - Ilhas paradisíacas (Brasil - Ilha de Santo Amaro) - Turismo
Contudo, devido à topografia, hostilidade indígena e áreas pantanosas a cidade ficou por mais de 300 anos abandonada. Tendo apenas a extração de óleo de baleia, pesca e poucos engenhos de açúcar como atividade econômica.
Com o passar do tempo as pessoas que viviam dessa economia foram formando um pequeno povoado, sendo assim, por um decreto imperial de 1832, Guarujá passou a condição de Vila.
Em 1893, Guarujá foi promovida a Vila Balneária de Guarujá. Para isso foram encomendados dos Estados Unidos um hotel, uma igreja, um cassino e 46 chalés residenciais desmontáveis. Além de receber serviços de água, esgoto e luz elétrica.
Em 30 de Junho de 1934 a cidade recebeu o título de Estância Balneária e em 1947 passou a ser considerada município devido ao seu crescimento contínuo.
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2021
200 - Ilhas paradisíacas (Brasil - Ilha das Couves) - Turismo
A Ilha das Couves oferece duas praias para os visitantes passarem o dia. A primeira, onde chega a maioria dos barcos pequenos, é chamada de Praia Menor, Praia de Fora ou Praia do Japonês (acreditem, são muitos os nomes que ela recebe). Com água em tom de verde esmeralda e grande piscina para mergulho, a Praia Menor é uma delícia quando o movimento dos barcos não é tão intenso. Com o passar do dia e o aumento dos barcos, a praia pode não ser tão interessante. Nesse momento, mude-se para a Praia Maior, onde há mais espaço para o banho de mar.
Na Praia Maior, também chamada de Prainha das Couves ou Praia de Dentro, a água ganha tons entre verde e azul e o visual é encantador. Essa é a principal praia da Ilha das Couves, a que oferece maior faixa de areia e também a que recebe mais turistas. O acesso à Praia Maior é por uma curta trilha de apenas cinco minutos a partir da Praia Menor. Trajeto bem fácil e rápido! As duas praias são boas opções para o dia. Escolha a que mais se parece com você e curta bastante. Vale dizer que há um quiosque disponível no local, localizado na Praia Menor.
Ao voltar para o continente, aproveite mais um banho de mar na Praia de Pincinguaba ou sente-se em um dos restaurantes locais para curtir o fim do dia.
O passeio até a Ilha das Couves é feito em lanchas e barcos que partem de diversas praias de Ubatuba, sendo que a principal rota é a partir da Praia de Picinguaba Outra opção é o passeio de lancha a partir da Praia do Itaguá.














