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sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Slingbox: Sabe o que faz? - TEcnologia

Nome: Slingbox 350
Compatibilidade: Windows, Mac, Android, iOS e Windows Phone
Conectividade: Wi-Fi ou plano de dados
Dimensões (LxAxP, em cm): 18 x 4 x 10,5
Preço sugerido: R$ 800
Pontos positivos: Permite assistir a programas de TV no computador ou smartphone; garante ao usuário ver a programação mesmo longe de casa, via Wi-Fi ou plano de dados do smartphone
Pontos negativos: Cria somente um ponto escravo; o decodificador da TV (ou o próprio televisor, caso o Slingbox esteja conectado diretamente a ele) devem estar ligados para que o sistema funcione 
A caixa Slingbox 350 permite assistir a programas de TV no computador ou smartphone

A caixa Slingbox 350, da Sling Media, promete levar o sinal da TV a praticamente qualquer eletrônico com conexão à internet. Por meio de um complemento para navegadores (no caso de PCs, notebooks, netbooks) ou de apps (para tablets e smartphones), o usuário consegue assistir a seus programas favoritos em diversos tipos de telas.
O Slingbox 350 até que funciona direitinho. Basta o usuário conectá-lo ao roteador e ao televisor ou aparelho de TV paga. Depois, com uma meia dúzia de configurações no computador ou no portátil, é possível ter acesso ao conteúdo do televisor.
Nos computadores (ambiente desktop), ele cria um controle virtual que permite ao usuário mudar de canal sem precisar recorrer ao controle remoto físico usado com a TV. Nos testes realizados pelo UOL Tecnologia, esse controle virtual funcionou com perfeição em aparelhos da NET. Nos da GVT, não. De acordo com o suporte da empresa fabricante, em breve essa falha será resolvida.
Em tablets e smartphones, o usuário consegue - por meio de um app - acessar o conteúdo da TV mesmo que esteja longe de casa. Basta ter um aparelho conectado à internet via Wi-Fi ou plano de dados (preferencialmente 4G), que ele poderá consumir conteúdo da TV onde estiver.
O som e a imagem aparecem com perfeição nos eletrônicos que estão conectados ao Slingbox. Há um leve atraso na transmissão, se comparado ao que aparece originalmente na TV. Entretanto, nada muito comprometedor ou que chegue a incomodar o usuário (se ele não estiver assistindo a uma partida de futebol ao vivo, é claro). Os testes foram feitos em diferentes redes de internet (15 MB e 25 MB via Wi-Fi, além de um plano de dados 4G). Em todos os casos, o atraso se fez presente.
Apesar de ser compatível com smartphones e tablets, o usuário terá de desembolsar mais US$ 15 (cerca de R$ 34) para baixar o aplicativo que permite controlá-lo em ambiente iOS, Android e Windows Phone. Se lembrar que a caixa já custa R$ 800, a brincadeira pode sair cara.
O Slingbox não codifica o sinal do televisor, apenas o replica. Desta forma, ele cria um ou vários "pontos escravos" em relação à TV original - tudo o que está passando nela aparece no computador ou no smartphone. Não é possível, por exemplo, assistir a um canal na TV e outro no tablet com o Slingbox. Apareceu em um, é exibido no outro.
Em resumo, existem aparelhos que já recepcionam sinal de tv, digital inclusive, por preços inferiores ao do produto, que não exigem conexão 4G, apenas que a antena esteja acoplada, para ter o sinal (digo isso pois tenho um Motorola 918 que me atende direitinho, ainda mais quando estou pedalando...

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